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“Cadastro no SER Família Habitação será por aplicativo que estará no ar nos próximos dias”, afirma presidente do MT Par

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Famílias com renda bruta mensal de até R$ 8 mil poderão participar do programa SER Família Habitação e subsídio do Governo de Mato Grosso para dar entrada em financiamento habitacional. Os cadastros serão realizados online por meio de um aplicativo do Estado que será disponibilizado nos próximos dias no Portal do Governo e no site da MT Par, evitando que o cidadão enfrente filas. As informações foram passadas pelo presidente do MT Par, Wener Santos, no episódio desta semana do podcast MT Conectado, que explicou a nova modalidade do SER Família Habitação.

“Para evitar que os cidadãos fiquem em filas, o Governo de Mato Grosso fez uma parceria com o Governo do Paraná para uso do sistema habitacional de lá da Cohapar (Companhia de Habitação do Paraná) e a MTI está desenvolvendo o aplicativo para facilitar o cadastramento das famílias. Lá, os interessados colocarão a renda e manifestarão interesse em algum imóvel”, explicou.

No episódio, Wener explicou que programa SER Família Habitação, idealizado pela primeira-dama de MT, prevê dar oportunidades a várias famílias, com a entrega de casas gratuitamente para famílias com renda por pessoa de até R$ 200, em uma modalidade viabilizada pela parceria entre o Governo de Mato Grosso e as prefeituras, e por meio da modalidade que dará subsídios de até R$ 20 mil para entrada de financiamento habitacional, que atenderá famílias que tenham renda familiar mensal de até R$ 8 mil.

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“O programa ficou muito legal porque ele atende desde as pessoas de extrema pobreza até quem ganha R$ 8 mil reais. Esse programa que o governador Mauro Mendes e a primeira-dama Virginia Mendes pensaram dá oportunidade para todo cidadão mato-grossense ter condição de adquirir a casa própria”, pontuou.

Para famílias com renda bruta familiar mensal de até R$ 2.640,00 (faixa 1), o subsídio será de R$ 20 mil; para famílias com renda bruta familiar mensal entre R$ 2.640,01 até R$ 4.400,00 (faixa 2), o subsídio será de R$ 15 mil e para famílias com renda bruta familiar mensal entre R$4.400,01 até R$ 8.000,00 (faixa 3), o subsídio será de R$ 10 mil.

Todo o regulamento, funcionamento e cartilhas informativas para o cidadão, empresas e prefeituras já estão disponíveis no site da MT Par. Acesse: https://www.mtpar.mt.gov.br/.

Conheça mais sobre a nova modalidade do SER Família Habitação no episódio do MT Conectado que está disponível no YouTube e Spotify.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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