POLÍCIA
Polícia Militar liberta reféns e prende três homens por roubo e sequestro em Rondonópolis
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Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 5º BPM recebeu denúncia via Ciosp sobre um roubo em uma residência, no bairro Santa Cruz. No local, os policiais militares encontraram um veículo e duas motocicletas ligadas, e foram informados por vizinhos que o carro seria dos proprietários do imóvel e as motos dos suspeitos do crime.
Ao adentrarem na residência, foi constatado que as vítimas estavam sendo mantidas em cárcere privado por três homens, que estavam armados. Diante da situação, o comandante do 5º BPM, tenente-coronel Lauro Osório, iniciou as tratativas de negociações com a quadrilha.
Durante toda a negociação, o casal proprietário da residência foi vítima de violência física e ameaças de morte por parte dos suspeitos. Também foi verificado que a quadrilha estava mantendo contato com um quarto suspeito por meio de um celular.
Após três horas de negociação, os suspeitos se renderam diante da Polícia Militar e receberam voz de prisão em flagrante. Com a quadrilha foram apreendidos um revólver calibre 32, carregado com seis munições, e um revólver calibre .38, com oito munições. Também foram recuperados dinheiro e joias das vítimas, que estavam com os criminosos.
Na sequência, os três homens foram levados para a Delegacia de Rondonópolis para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.
“Realizamos o cerco da região e começamos a negociar com os suspeitos, utilizando nossas técnicas de negociação e gerenciamento de crise, garantindo nossa principal missão que é a preservação da vida das vítimas, e concluindo com a prisão dos criminosos, que se renderam e entregaram suas armas”, explica o tenente-coronel Osório, comandante do 5º Batalhão de Rondonópolis.
Fonte: PM MT – MT
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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