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Repórter defende entrevistado após receber elogio ao vivo: “Sem discurso de ódio!”

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Enquanto fazia a cobertura da greve dos metroviários em São Paulo, Paola Vianna ficou desconcertada ao receber um elogio de um homem que estava passando na rua. Entretanto, já nas redes sociais, a repórter fez questão de colocar panos quentes na polêmica e disse que tudo não passou de um elogio.

Ao final da abordagem, o rapaz falou sobre a beleza de Paola. “Com todo respeito, você é muito linda”, disparou. Compartilhando diversas mensagens que recebeu sobre o momento, a jornalista negou que tenha sofrido assédio. “Não vamos misturar as coisas! Recebi mensagens falando sobre assédio. Gente, não foi nada disso, né? Por favor”, declarou.

Paola Vianna, então, relembrou outras situações que já passou no trabalho. “Eu sou mulher. Eu seria a primeira a evidenciar aqui, a expor qualquer tipo de situação de ataque contra a mulher. Já recebi cantada nojenta no meio da rua, já recebi crítica, já fui até agredida quando mais nova, se vocês querem saber”, desabafou.

A jornalista negou qualquer violência do homem. “Eu falo sobre denúncia, falo que ninguém pode deixar passar batido qualquer tipo de violência, ataque ou assédio. Assédio é um ato criminoso. Elogio é elogio. Esse rapaz foi muito respeitoso e educado e se sentiu muito agradecido depois de o ajudarmos ao vivo com a ligação. Não vamos generalizar as coisas, sem discurso de ódio, sem ser feminista em exagero”, finalizou.

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Fonte: TOP FAMOSOS

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Ensino da dança é tema de seminário nacional em Paracuru

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Reflexões sobre os novos paradigmas do ensino da dança na contemporaneidade entram em pauta no Seminário Nacional de Dança de Paracuru, que reunirá, na cidade litorânea do Ceará, localizada a 90 km da capital Fortaleza, profissionais de diversas partes do país, entre artistas, professores, pesquisadores e pensadores dessa arte. O evento acontecerá no Centro Cultural Companhia de Dança de Paracuru, de 13 a 15 de agosto, com debates sobre corpo, tecnologia, presença e diversidade. As atividades são gratuitas e devem ser realizadas diretamente no local.

O Seminário integra a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), é realizado pelo Governo do Brasil, por meio do Ministério da Cultura, e pela Escola de Dança de Paracuru. Conta com apoio do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura, e produção da Associação de Bailarinos de Paracuru.

Eixos temáticos

Cinco eixos temáticos vão conduzir as discussões: “Desacelerar como gesto político”, “O corpo como pensamento”, “Tecnologia, poder e corpo”, “Presença, vínculo e política do encontro” e “Corpos diversos, técnicas plurais”. A proposta é tensionar tradição e reinvenção, presença e mediação, corpo e tecnologia, reafirmando o tempo próprio da experiência corporal como espaço de resistência e criação.

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Convidados

O Seminário Nacional de Dança de Paracuru trará à cidade de Paracuru alguns dos mais proeminentes pensadores do ensino da dança no Brasil da atualidade. Entre os convidados confirmados estão nomes de destaque no cenário nacional, como Rousejanny Ferreira (Instituto Federal de Goiás), Robson Lourença (Universidade Anhembi Morumbi), Gilsamara Moura (Universidade Federal da Bahia – UFBA e Festival Internacional de Dança de Araraquara – FIDA), Daniela Amoroso (UFBA), Denise Parra (Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará – ICA/UFC), Ernesto Gadelha (Secult-CE), Isabelle Pitta Rocha (Universidade Federal de Alagoas – UFAL), além das professoras Cláudia Pires e Bilica Léo (Porto Iracema das Artes).

Para o bailarino e professor Flávio Sampaio, fundador da Escola de Dança de Paracuru e coordenador geral do evento, a realização do Seminário surge a partir da ideia de que o ensino da dança insiste em um tempo que não se acelera sem perdas, que não se reduz à lógica da eficiência e que não se resolve na esfera da compreensão intelectual. “O corpo precisa repetir, falhar, insistir. Precisa demorar”, defende. “Interessa-nos menos adaptar a dança ao ritmo do mundo e mais compreender o que a dança resiste em não se tornar. Há, no corpo que aprende, uma inteligência que não se apressa. Há, no gesto que se forma, um tempo que não se negocia”, acrescenta. A questão, segundo Flávio Sampaio, talvez não seja como ensinar mais rápido, mas como seguir ensinando aquilo que só o tempo pode revelar.

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O seminário é uma oportunidade para profissionais e estudantes de dança compartilharem experiências, debates e práticas, contribuindo para a formação de um olhar crítico e contemporâneo sobre a arte da dança.

Sobre a Escola de Dança de Paracuru

Fundada em 2003 por Flávio Sampaio e reconhecida como Ponto de Cultura desde 2020, a Escola de Dança de Paracuru tem como missão formar bailarinos e capacitar profissionais da dança, com foco especial em crianças e jovens das classes populares. Com uma grade curricular de oito anos e mais de 2.400 horas/aula, a escola oferece cursos regulares e livres, promovendo não apenas a técnica, mas também o desenvolvimento humano, a consciência corporal e a reflexão crítica. Além da dança, os alunos têm contato com teatro, música, artes plásticas e história, recebendo uma formação cultural ampla e transformadora.



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