CUIABÁ

FAMOSOS

Juliette usa rede social para comparar e falar de filtros exagerados: “Exagero!”

Publicados

FAMOSOS

Nesta segunda-feira (27), Juliette Freire fez uma comparação de suas fotos com e sem edição no Instagram e aproveitou para falar sobre o uso exagerado de filtros.

“Vamos falar de foto editada?! Arrasta pro lado para ver essa foto sem edição. Alterei apenas cores, contraste e uma leve suavizada nos poros. Eu acho legal quando a edição é na qualidade da imagem e não nas características da pessoa e vocês?!”, escreveu ela na legenda da publicação.

Nos stories, a ex-BBB completou falando sobre a distorção da realidade que muitas figuras públicas fazem. “Eu acho bacana usar esses aplicativos de edição, eu uso na maioria das fotos, quando é para alterar a qualidade da imagem, a nitidez, o contraste… Até porque o Instagram, quando você posta, perde qualidade. Acho bacana quando você melhora a qualidade e não quando altera a feição e as características da pessoa”, iniciou ela.

Leia Também:  Após Arthur Aguiar desejar reconciliação, Maíra Cardi se pronuncia: “Dei tudo!”

“Eu acho que esses aplicativos podem ser usados, mas de modo que não alterem a realidade… A galera perde um pouco a noção. Vai fazendo de pouquinho em pouquinho, e quando vê, a pessoa está se entortando todinha, se mudando todinha, e fica com uma distorção mesmo”, completou. “Eu uso às vezes um filtro aqui nos stories, faço uma edição de uma vez ou outra… O que estou falando aqui é do E, tô falando do exagero, mas com bom senso pode tudo. Já dizia minha mãe e minha avó: tudo demais é veneno, entendeu? Mas um pouquinho ali, outro aqui não mata ninguém não”, finalizou. Confria:

Fonte: TOP Famosos

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

Publicados

em

A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

Leia Também:  São João no Ceará gera renda e fortalece a economia criativa

Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

Leia Também:  Após Arthur Aguiar desejar reconciliação, Maíra Cardi se pronuncia: “Dei tudo!”

A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA