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Croácia x Marrocos: Será o adeus de Luka Modric?

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O meia croata provavelmente vai vestir a camisa da sua seleção pela última vez em uma Copa, e ele quer se despedir com o 3º lugar do Mundial.

Croácia e Marrocos, o jogo que vai definir o terceiro e quarto lugares da Copa do Mundo FIFA 2022, no Qatar, acontece neste sábado, 17 de dezembro, ao meio-dia do horário de Brasília (18h do horário local).

Muito provavelmente, essa partida também vai marcar a despedida de Luka Modric do torneio. Na ocasião da partida contra o Marrocos, mas no confronto que aconteceu ainda na fase de grupos, o meia croata se pronunciou sobre o futuro na seleção. “Seria incrível ganhar o título mundial. Depois disso, eu poderia me propor”.

No entanto, o destino não permitiu que Luka Modric encerrasse a sua carreira com o maior triunfo do futebol mundial. A derrota por 3 a 0 contra a Argentina, na semifinal, acabou com o sonho dos croatas, que agora enfrentaria Marrocos pela decisão do terceiro lugar.

Mesmo assim, o camisa 10 da Croácia tem construído uma trajetória profissional cheia de triunfos e sucessos que o fizeram ser um dos maiores jogadores da história do futebol.

Na Copa de 2022, ele comprovou isso mais uma vez. Após um início pouco convincente no Mundial, a Croácia não parecia mais ser o mesmo tempo do Mundial de 2018. Porém, poucas semanas após o início da competição, a equipe de Zlatko Dalic chegou a estar a apenas um degrau na grande decisão.

Estreia pela seleção 

A primeira convocação principal do então jovem Luka Modric para a seleção principal aconteceu em 24 de fevereiro de 2006, na lista do técnico Zlatko Kranjčar, após uma experiência do meia nas pernas de base da Croácia.

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Pouco mais de três meses depois, o técnico levou Modric para o Mundial na Alemanha. O primeiro gol dele com a camisa quadriculada ocorreu em agosto daquele mesmo ano, em um amistoso contra a Itália, que havia vencido a Copa naquele ano, que terminou com um triunfo croata por 2 a 0.

Dois anos mais tarde, Modric participou da Euro de 2008, convertendo um pênalti contra a anfitriã Áustria e se tornando, aos 22 anos e 73 dias de idade, o mais jovem jogador a marcar um gol pela Croácia na história do torneio continental.

A trajetória na Euro 2008 terminou nas quartas, contra a Turquia, nos pênaltis. No fim daquele Euro, Modric figurou na seleção dos melhores da competição, como o melhor em sua posição.

Na Euro 2012, Luka Modric foi umas das sensações, mesmo que a sua seleção não tenha passado da fase de grupos.

Mesmo assim, suas exibições foram tão convincentes que o meio acabou sendo contratado pelo Real Madrid. Desde 2006, Modric vem conquistando grandes feitos.

Ele venceu a Liga dos Campeões da UEFA cinco vezes com o Real Madrid, além de vários títulos nacionais, e levou a seleção da Croácia ao vice-campeonato da Copa do Mundo de 2018, na Rússia, tendo conquistado a Bola de Ouro de melhor jogador aquele Mundial.

Antes de 2018, a percepção do mundo do futebol sobre Luka Modric não era a mesma que hoje. Em 2012, a ida dele para Madri não foi vista com os melhores olhos, mesmo que ele tenha anteriormente contribuído, com suas ótimas exibições,

2018: Luka chega ao topo do mundo

Graças aos troféus que ganhou como estrela do Real (cinco vezes a Liga dos Campeões da UEFA, quatro vezes o Mundial de Clubes da FIFA, três vezes o Campeonato Espanhol, e muito mais), Luka Modric formou um currículo incomparável no futebol mundial.

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Apesar disso, poucos previram uma atuação que ele viria a ter no Mundial da Rússia, em 2018. Aos 33 anos, a meia croata mostrou ter chegado no topo da sua atuação, ao converter um pênalti e ser escolhido o Homem do Jogo logo na estreia , uma vitória por 2 a 0 sobre a Nigéria.

Na segunda partida, ele confirmou mais uma vez a forma sensacional que estava, ao marcar um golaço com um chute a mais de 20 metros de distância, na vitória contra a Argentina. Com seus gols, assistências e dribles, ele convenceu todo o mundo do seu talento – acompanhado de uma seleção sólida, unida e forte.

Pela primeira vez na história, a Croácia chegou à final de uma Copa do Mundo, tendo a França como adversária. No fim, Mbappé e seus colegas levantaram a taça, mas Luka Modric foi o escolhido o melhor jogador daquele Mundial.

Copa-2022: Despedida em grande estilo

Hoje, com 161 jogos (até a partida contra Marrocos), Modric é um ícone da sua seleção – uma equipe que transmite o mesmo caráter e mentalidade da meia. A Croácia foi eliminada na semifinal, no duelo de gigantes entre Modric e Messi, o que não impedirá que o mundo do futebol se despeça do meia croata, em muito provavelmente última surpresa em Copas, dando a ele todas as honras que merece.

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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