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Mayra Aguiar é tricampeã Mundial de Judô em Tashkent

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O judô brasileiro teve mais um dia dourado em Tashkent. Após uma campanha espetacular, Mayra Aguiar (78kg) derrotou a chinesa Zhenzhao Ma na grande final da categoria meio-pesado e garantiu o histórico título de tricampeã Mundial de Judô. O resultado se junta ao ouro de Rafaela Silva (57kg) e ao bronze de Daniel Cargnin (73kg), conquistados no sábado (08), e coloca o Brasil na segunda posição do quadro geral de medalhas.

Atual número 6 do mundo, Mayra chegou ao Mundial determinada e fez uma estreia segura, com vitória nas punições sobre a croata Petrunjela Pavic. Na segunda rodada, ela se soltou um pouco mais e projetou a cazaque Aruna Jangeldina por ippon. Os combates iniciais pareciam ser um aquecimento para o grande desafio com a japonesa Hamada Shori, nas quartas-de-final.

E, após uma vitória memorável sobre a atual campeã olímpica, a brasileira foi com confiança à semifinal da categoria meio-pesado e bateu a alemã Alina Boehm, atual campeã europeia, para tentar buscar seu terceiro título mundial.  

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Assim como Mayra, a japonesa já havia vencido suas duas lutas iniciais com técnicas de solo, sua especialidade, e tentou manter a estratégia diante da brasileira. Mayra começou com tudo e logo entrou uma técnica de projeção que a expôs ao perigoso chão da japonesa. Atenta, Mayra defendeu o pescoço e conseguiu voltar ao combate em pé. Dominou a pegada e esperou, pacientemente, até que a arbitragem puniu as duas por falta de combatividade. Mantendo a estratégia na luta em pé, seu ponto forte, a brasileira conseguiu encaixar a técnica perfeita no momento certo e lançou Hamada de costas ao chão. Ippon.  

Após a vitória memorável sobre a atual campeã olímpica, a brasileira foi com confiança à semifinal da categoria meio-pesado e bateu a alemã Alina Boehm, atual campeã europeia, para tentar buscar seu terceiro título mundial.

Ao mesmo tempo, do outro lado da chave, a atual campeã mundial e algoz de Mayra em Tóquio, a alemã Ana Maria Wagner, sucumbia à sua compatriota Alina Boehm nas quartas.  

Finalista olímpica e mundial no ano passado, a francesa Madeleine Malonga, outra atleta cotada para as finais, também ficou pelo caminho, sendo derrotada nas primeiras lutas pela sul-coreana Hiunji Yoon.  

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A chinesa Ma, por outro lado, chegou à decisão batendo Emma Reid (GBR), Yoon (KOR), Beata Pacut-Kloczko (POL) e Yelyzaveta Lytvynenko (UKR). As duas finalistas já se enfrentaram duas vezes, com uma vitória para cada lado, em 2018. 

Mayra garantiu sua sétima medalha em Mundiais. Ela já tem 3 bronzes, uma prata e, agora, adicionou o terceiro ouro à sua coleção — algo inédito para qualquer judoca brasileiro. 

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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