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Operação Lei Seca prende 11 pessoas em Cuiabá e Várzea Grande neste fim de semana

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A Operação Lei Seca, realizada no sábado e domingo (02 e 03.07), prendeu 11 pessoas e fiscalizou 245 veículos. A ação realizada no sábado ocorreu no quilômetro 16 da Rodovia MT-251, em Cuiabá, e no domingo ocorreu no bairro Vila Arthur, em Várzea Grande.

Das quatro prisões ocorridas no sábado, três foram por embriaguez ao volante e uma por porte de drogas. Ainda três condutores tiveram lavrados Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), por dirigirem sem possuir CNH. Na ocasião, foram fiscalizados 136 veículos, sendo 44 autuados e 34 removidos.

A operação realizada na MT-251 também registrou um total de 52 autuações, sendo 27 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado; 13 por conduzir veículo sob efeito de álcool; sete por recusa ao teste de alcoolemia, entre outras.

Já na operação de domingo, sete motoristas foram presos por embriaguez ao volante e 12 tiveram lavrados Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), por dirigirem sem possuir CNH. Na ocasião, 109 veículos foram fiscalizados, sendo 49 autuados e 49 removidos.

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Ao todo, 65 autuações foram lavradas, sendo 26 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado; 12 por conduzir veículo sob efeito de álcool; seis por recusa ao teste de alcoolemia, entre outras.

A operação é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp) e conta com as forças integradas do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito da Polícia Judiciária Civil e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran). Na edição de Cuiabá, a operação contou ainda com a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) e em Várzea Grande, com a Guarda Municipal.

Fonte: GOV MT

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Wilson Santos propõe túnel para travessia segura de capivaras entre Parque das Águas e ALMT

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Já se tornou comum deparar com grupos de capivaras nos gramados e chafariz da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Os registros frequentemente chamam a atenção de servidores, visitantes e parlamentares, além de renderem imagens curiosas compartilhadas nas redes sociais. Essa presença inspirou o deputado estadual Wilson Santos (PSD) a propor o Projeto de Resolução nº 428/2024 que prevê a criação de passagens subterrâneas (ecodutos) destinadas à travessia segura de pequenos animais entre o Parque das Águas e a Casa de Leis.

O projeto foi apresentado em 2024 e aprovado em primeira votação no último dia 19 de maio. Ele agora cumpre pauta de cinco sessões para voltar à apreciação do plenário. 

Conforme o parlamentar, a medida vai além da proteção animal e, também, representa um investimento em segurança viária. “Com a aplicação da passagem subterrânea, além da proteção dos animais, especialmente das capivaras, serão evitados diversos acidentes provocados quando motoristas precisam desviar dos animais durante a travessia. Precisamos adotar medidas concretas para preservar a vida animal e oferecer mais segurança à população”, destacou.

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Um dos momentos que mais despertou atenção da população foi quando um grupo de capivaras foi flagrado no chafariz da ALMT como uma verdadeira “piscina”. Enquanto algumas se refrescavam na água, outras aproveitavam a grama do local para se alimentar. A cena reforçou a necessidade de medidas que garantam a convivência harmoniosa entre o ambiente urbano e a fauna silvestre.

Projeto –A passagem subterrânea deverá ser construída sob a camada asfáltica que separa o Parque das Águas da Assembleia Legislativa, permitindo que os animais realizem a travessia sem precisar cruzar a pista de veículos. A estrutura poderá ser executada em concreto armado, material cerâmico ou outro elemento que apresente resistência e segurança adequadas.

Wilson ressalta ainda que a iniciativa atende a uma preocupação crescente com a preservação ambiental em áreas urbanizadas. Para ele, a instalação das passagens subterrâneas representa uma solução prática e sustentável para reduzir a mortalidade da fauna local e fortalecer a consciência de proteção ao meio ambiente.

Caso aprovada, a proposta poderá transformar a região em uma referência de convivência entre desenvolvimento urbano, mobilidade e preservação da biodiversidade, garantindo que as capivaras tenham uma rota segura para circular entre os dois espaços.

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