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Fluminense supera Millonarios-COL e avança na Libertadores

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Depois do triunfo de virada por 2 a 1 no jogo de ida, no Estádio El Campín, o Fluminense voltou a vencer o Millonarios-COL, nesta terça-feira (01/03), em São Januário, pela segunda fase da Libertadores. Com gols de Willian Bigode e Jhon Arias, o Tricolor superou o adversário por 2 a 0 e garantiu a classificação para a última etapa preliminar da competição.

Agora, o Time de Guerreiros espera o vencedor do confronto entre Atlético Nacional-COL e Olimpia-PAR, nesta quinta-feira (03/03), em Medellín. No primeiro duelo, em Assunção, os paraguaios levaram a melhor por 3 a 1.

A equipe comandada por Abel Braga volta a campo no sábado (05/03), às 16h, quando enfrenta o Resende, no Raulino de Oliveira, pela 10ª e penúltima rodada do Campeonato Carioca. Se vencer, fica com o título da Taça Guanabara.

PRIMEIRO TEMPO

Aos 4 minutos de jogo, o Fluminense ameaçou o adversário pela primeira vez. Da entrada da área, Willian Bigode finalizou com categoria, obrigando o goleiro a trabalhar. Aos 29 minutos, em bobeada dos colombianos, os tricolores avançaram novamente. Luiz Henrique ficou com a bola e, do meio-campo, arriscou a finalização, parando no goleiro.

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SEGUNDO TEMPO

No primeiro minuto, Luiz Henrique recebeu de Calegari e soltou uma bomba, ao lado do gol. Aos 10, com a bola em disputa na área, David Braz desviou, mas o goleiro espalmou. Em seguida, Yago Felipe, de longe, mandou nas mãos do goleiro.

Aos 15 minutos, o Fluminense abriu o placar. Após belo passe de Luiz Henrique, Calegari cruzou para a finalização de Germán Cano, interceptada pela zaga. Na sobra, Willian Bigode encheu o pé para balançar a rede.

Em uma bela jogada, aos 27 minutos, o Time de Guerreiros ampliou a vantagem no marcador. Yago Felipe serviu Jhon Arias, que, cara a cara, venceu o goleiro. Aos 40, da entrada da área, Martinelli ainda arriscou o arremate, mas errou o alvo.

FICHA TÉCNICA

Libertadores – Segunda Fase (Jogo de Volta)

01/03/2022, 21h30 – São Januário

Fluminense (2)

Fábio; Nino, David Braz e Felipe Melo; Calegari (Martinelli), André, Yago Felipe (Nathan) e Cris Silva; Luiz Henrique (Paulo Henrique Ganso), Willian Bigode (Pineida) e Germán Cano (Jhon Arias). Técnico: Abel Braga

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Millonarios-COL (0)

Álvaro Montero; Juan Pablo Vargas, Andrés Llinás, Ómar Bertel e Felipe Román; Stiven Vega, Larry Vásquez (Ricardo Márquez) e David M. Silva (Juan Carlos Pereira); Daniel Ruiz (Yúber Quiñones), Richard Celis (Andrés Gomés) e Diego Herazo (Jáder Valencia). Técnico: Alberto Gamero

Gols: Willian Bigode (15’ 2T) e Jhon Arias (27’ 2T) (FLU)

Cartões amarelos: Cris Silva e Calegari (FLU); Diego Herazo, Juan Pablo Vargas e Ricardo Marquéz (MIL)

Arbitragem: Fernando Rapallini, auxiliado por Juan Belatti e Diego Bonfa

Fotos: Lucas Merçon/FFC

fonte: https://www.fluminense.com.br/noticia/fluminense-supera-millonarios-col-e-avanca-na-libertadores

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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