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Líder do Psol-Rede defende pauta econômica do governo e combate à crise climática

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A líder da federação Psol-Rede, deputada Talíria Petrone (Psol-RJ), reforçou apoio ao avanço das pautas econômicas do governo na Câmara. “É fundamental que o governo mande para esta Casa a proposta de isenção de Imposto de Renda para quem ganha até cinco salários mínimos, ao mesmo tempo que a gente precisa enfrentar os privilégios de super salários e também rever as isenções e renúncias fiscais que estão na ordem de mais de R$500 bilhões”, disse.

Ela disse que os partidos, que reúnem 14 deputados, também vão atuar na defesa da agenda climática. Com a realização da COP 30, conferencia do clima da ONU em 2025 no Brasil, em Belém (PA), Petrone acredita que haverá maior compromisso em adotar medidas para enfrentar a emergência climática.

“A gente precisa caminhar para, pelo menos, tirar isenções dos setores que utilizam o combustíveis fósseis e caminhar para ter a melhor COP que o mundo já viu enfrentando o drama das mudanças climáticas”, reforçou.

Sobre as expectativas em relação ao novo presidente da Câmara dos Deputados, a líder do Psol disse que algumas medidas anunciadas por Hugo Motta, como previsão de horário para as votações e anúncio da pauta com antecedência, vão favorecer a pluralidade na Casa.

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Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Geórgia Moraes

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

 

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