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Lei define 21 de junho como Dia Nacional do Artista Vidreiro

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Foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a lei que institui o Dia Nacional do Artista Vidreiro, a ser comemorado, anualmente, em 21 de junho. A Lei 15.013, 2024, foi publicada na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (5). 

A iniciativa teve origem em projeto apresentado pelo senador Flávio Arns (PSB-PR). O PL 2.504/2022 foi aprovado no Senado em 2023, com relatório da senadora Damares Alves (Republicanos-DF). Já na Câmara, a matéria passou por votação final em junho deste ano. 

O objetivo da lei é reconhecer o trabalho dos artistas que fabricam e moldam o vidro. Além de homenagear os vidreiros, a data faz referência à inauguração do Salão de Artes em Vidro Brasil 2022, que ocorreu no dia 21 de junho de 2022. O evento foi realizado no Museu Municipal de Arte, em Curitiba, em razão do Ano Internacional do Vidro, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU).

A arte

O vidro é objeto de fascínio desde os tempos antigos, quando começou a ser fabricado. A arte vidreira pode ser produzida de diferentes formas, como na confecção de objetos, na montagem de monumentos e nas instalações de vidrarias e tapetes. Além de um material de envasamento, o vidro é sustentável e 100% reciclável, quando em sua forma mais pura. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

 

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