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Exposição celebra obra do mestre do cordel e da xilogravura J. Borges

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O Centro Cultural Câmara dos Deputados realiza, de 24 de abril a 14 de maio, a mostra individual J. Borges: Poesia e Arte, que reúne mais de 70 obras, entre matrizes e gravuras, além de dezenas de folhetos de cordel criados e publicações ilustradas pelo grande artista popular pernambucano.

Também compõem a mostra uma linha do tempo, destacando fatos significativos dos 88 anos de vida e 60 anos de carreira do artista, e um ambiente instagramável (cenário fotogênico montado para incentivar os visitantes a divulgarem a exposição em suas redes sociais).

Serão apresentadas obras de J. Borges que fazem parte do acervo pessoal do curador Romildo Gastão e de outros colecionadores, bem como trabalhos pertencentes ao Memorial J. Borges — espaço artístico-cultural criado pelo próprio artista e hoje administrado pela família, localizado na cidade natal do artista, Bezerros, a cerca de 100 quilômetros de Recife.

Poesia
José Francisco Borges iniciou sua trajetória com literatura de cordel. A essência de sua obra sempre foi a poesia. As matrizes surgiram depois, de forma experimental e autodidata, justamente para ilustrar as capas das suas histórias.

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Na exposição montada no Congresso Nacional, os trabalhos estão divididos em três núcleos, de acordo com as temáticas predominantes do imaginário jotaborgeano: religiosidade; sertão; e núcleo social, dos costumes e tradições do povo nordestino. Algumas das histórias e iconografias de J. Borges mais apreciadas pelo público são: A mulher que botou o diabo na garrafa, Coração na mão, A chegada da prostituta no céu e O monstro do sertão.

Pretende-se não apenas exibir um panorama da produção artística de J. Borges, mas também enfatizar a importância de um artista de renome, genuinamente popular e brasileiro, cujas obras espelham o que há de mais legítimo na tradição social, econômica e cultural nordestina.

Romildo Gastão explica que a ideia de uma exposição de J. Borges em Brasília surgiu no início de 2024, como uma homenagem ao artista, o qual sempre nutriu uma relação afetiva com a capital federal. Trata-se da primeira mostra individual em espaço público desde o falecimento do xilogravurista, ocorrido em julho de 2024.

Serviço
Exposição J. Borges: Poesia e Arte
Local: Salão Negro do Congresso Nacional
Visitação: de 24 de abril a 14 de maio de 2025, das 9h às 17h, inclusive nos fins de semana
Entrada franca

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Da Redação – RS

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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