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Deputado Altineu Côrtes é o novo 1º vice-presidente da Câmara

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O deputado Altineu Côrtes (PL-RJ) foi eleito neste sábado o novo 1º vice-presidente da Câmara.

Côrtes é empresário de Niterói e está em seu segundo mandato consecutivo na Câmara. Antes, foi deputado estadual no Rio de Janeiro por três mandatos.

Ele se licenciou do primeiro mandato federal para trabalhar por dez meses como secretário estadual do Ambiente e Sustentabilidade do Rio de Janeiro. Também já foi secretário estadual da Infância e da Juventude (2004-2005).

Desde fevereiro de 2022 ele é líder do PL, legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro. O partido tem 93 deputados na Câmara, atualmente.

Côrtes já presidiu a Comissão de Viação e Transportes (2017-2018).

O deputado relatou quatro propostas que viraram lei. Uma delas foi a Medida Provisória 1093/21 (convertida na Lei 14.360/22), que trata da divulgação do resultado financeiro do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). A MP acaba com a necessidade de compensação do Fundo do RGPS pela União em razão da desoneração da folha de pagamentos.

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Outra proposta (Lei 14.811/24) torna hediondos crimes como sequestro, cárcere privado ou tráfico de pessoas quando praticados contra criança ou adolescente. A Lei 14.291/22, também relatada por Côrtes, retoma a veiculação de propaganda partidária no rádio e na TV – que havia sido extinta em 2017.

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Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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