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Cleitinho pede que colegas assinem PEC contra supersalários

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (27), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) pediu o apoio dos colegas para obter o número mínimo de assinaturas que lhe permita protocolar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) determinando o fim dos supersalários no setor público. Ele afirmou que esse corte de gastos, se efetivado, deverá atingir todos os Poderes, sem prejudicar a população.

— Isso é extremamente importante para o país, independentemente de partido, de ideologia. O que a gente tem de fazer aqui, agora, é acabar com esses supersalários. Eu tenho de agradecer aos senadores que já assinaram a proposta. E aos que não assinaram, peço, por favor, com toda humildade, que assinem a minha PEC, que é extremamente importante.

Em seu discurso, Cleitinho reafirmou seu apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele disse que, apesar das denúncias, Bolsonaro continua “crescendo” nas pesquisas sobre as eleições de 2026. O senador mencionou um levantamento que, segundo ele, aponta Bolsonaro com 37% das intenções de voto, contra 33% de Lula, caso a eleição para presidente ocorresse hoje.

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— Nós vamos ficar aqui defendendo a honra do ex-presidente Bolsonaro. Vocês podem ter certeza disso. Eu e outros senadores, e deputados federais, não vamos permitir nem deixar que se desmoralize a honra de Bolsonaro, que foi o melhor presidente que este país já teve — declarou Cleitinho.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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