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Max Russi diz que debate sobre VLT desvia foco dos atrasos nas obras do BRT

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), afirmou que as declarações sobre supostas irregularidades na implantação do VLT desviam o foco do principal objetivo da comissão criada pela Casa: esclarecer os atrasos e cobrar a conclusão das obras do BRT em Cuiabá e Várzea Grande.

Segundo Russi, a intenção da Assembleia não é promover perseguições políticas, mas obter explicações sobre os sucessivos adiamentos do empreendimento, que ainda não tem prazo para ser concluído. “A Assembleia quer saber por que a obra não termina. A população quer a conclusão do BRT”, declarou.

O parlamentar também defendeu a convocação do secretário de Infraestrutura, Marcelo de Oliveira, afirmando que prestar esclarecimentos é uma prerrogativa do Legislativo e uma forma de dar transparência às ações do governo. Além disso, cobrou punições às empresas que abandonam contratos públicos e voltou a defender medidas que acelerem a entrega da obra, destacando que os maiores prejudicados são os moradores da região metropolitana.

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Max critica previsão de pedágio entre os municípios de Poconé e Nossa Senhora do Livramento

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Foto Rodrigo Prates

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Max Russi (Pode), criticou a possibilidade de o governo do Estado implantar a cobrança de pedágio entre os municípios de Nossa Senhora do Livramento (40 km de Cuiabá) e Poconé (104 km de Cuiabá). Após manifestações de deputados contrários à medida durante a sessão plenária desta quarta-feira (15), Max afirmou que a proposta “não tem lógica” e que a cobrança prejudicaria os agricultores familiares e o turismo na região.

“De Livramento a Poconé é uma região de pequenos agricultores, região de Pantanal, do turismo. Não tem lógica esse pedágio, não irá agregar para o Estado, só irá prejudicar a população e criar um transtorno muito grande.  O prefeito de Livramento me ligou preocupado com isso”, declarou, ao citar conversa com o chefe do Executivo municipal, Dr. Thiago (União).

O governo havia anunciado a inclusão de 124,83 quilômetros das rodovias MT-060 e MT-451 no Lote F da segunda etapa do Programa de Concessões Rodoviárias 2023-2026. A proposta previa a transferência da administração dos trechos à iniciativa privada, abrindo caminho para uma futura cobrança de pedágio.

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“Nós temos que nos posicionar enquanto Assembleia Legislativa porque realmente não podemos aceitar. Nós precisamos fazer asfalto para atender uma região que precisa ser desenvolvida. Região de pequenos produtores que não têm condições de arcar com o custo de pedágio. Então vamos, o Fábio, o Júlio, outros deputados que estão se manifestando, vamos enquanto Assembleia Legislativa estar ao lado da população para não aceitar que esse pedágio se instale naquela rodovia”, finalizou Max.

Após as manifestações contrárias dos parlamentares e a pressão da população, o deputado da base governista Diego Guimarães (Republicanos) afirmou que o governo deve suspender, ao menos por enquanto, o andamento da proposta. A gestão estadual também cancelou a audiência pública virtual prevista para o dia 21 de julho, que discutiria a concessão dos trechos e a possibilidade de implantação de pedágios.

Além de impactar diretamente Nossa Senhora do Livramento e Poconé, a medida também afetaria moradores e produtores das comunidades de Cangas, Chumbo, Campina de Pedra e Figueira.

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