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Em reunião na Fiemt, João Batista discute inserção de jovens no mercado de trabalho

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Foto: LUCIENE LINS / Assessoria de Gabinete

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A inserção dos jovens no mercado de trabalho e a mão de obra qualificada foram alguns dos temas discutidos durante reunião realizada na tarde dessa segunda-feira (23), entre o deputado estadual João Batista do Sindspen (PP), o deputado federal Neri Geller (PP), a senadora Margareth Buzetti, e o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), Gustavo de Oliveira, além de representantes do setor industrial. 

Em suas redes sociais, João Batista publicou um vídeo onde relata a importância social da reunião, que apontou dados técnicos visando aperfeiçoar profissionalmente os jovens para que tenham melhores oportunidades de emprego e consequentemente maior subsistência financeira.

“Nós temos um problema grave dentro do Estado de Mato Grosso, que é a atuação de facções criminosas, que na maioria das vezes acabam cooptando aqueles jovens que não têm uma oportunidade no mercado de trabalho. Por isso, pautas como essas precisam ser discutidas de forma ampla. Precisamos atuar com políticas públicas de incentivo para esse público, garantindo a qualificação, principalmente daqueles jovens que se encontram em situação de vulnerabilidade social, evitando assim a inserção deles no mundo da criminalidade”, comentou o deputado.

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O parlamentar reforçou ainda que fomentar a política de criação de postos de trabalho para jovens inexperientes, oferecendo a eles a oportunidade do primeiro emprego, é uma obrigação do poder público. “Ações conjuntas entre os poderes em todas as esferas governamentais e a sociedade civil organizada, são fundamentais para isso”, concluiu.

Jovens desempregados – A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada no primeiro trimestre de 2022, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o impacto maior do desemprego na população brasileira está entre a classe mais jovem, com idade entre 18 a 29 anos. O índice chega a 22,8%, ou seja, de cada dez jovens hoje no país, dois estão sem emprego. Ao todo, são mais de sete milhões de brasileiros sem uma oportunidade no mercado de trabalho. 

A pesquisa mostra também, que o Brasil tem a menor taxa de jovens que saem do ensino médio e que pretendem concluir o ensino superior. A desocupação entre as pessoas com ensino médio incompleto atingiu 18,3%, percentual maior do que as taxas dos demais níveis de instrução. No grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa ficou em 11,9%. É mais que o dobro da registrada para o nível superior completo, que chegou a 5,6%.

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Fonte: ALMT

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Deputados aprovam projeto que altera política de proteção da bacia pantaneira

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Foto: Ronaldo Mazza

Os deputados estaduais de Mato Grosso, aprovaram em sessão ordinária nesta quarta-feira (29), em primeira votação, o Projeto de Lei 561/2022, que altera a Lei 8.830, de 21 de janeiro de 2008, que “Dispõe sobre a Política Estadual de Gestão e Proteção à Bacia do Alto Paraguai no Estado de Mato Grosso. O PL, de autoria da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais, teve apenas um voto contrário, do deputado Lúdio Cabral (PT).

O projeto de lei altera alguns dispositivos da lei nº 8.830, de 2008, como exemplo,  no conceito de Área de Conservação Permanente há a vedação de alteração ou utilização dessas áreas de forma intensiva ou em larga escala. Por conta disso, uma das alterações visa excluir essa vedação, “uma vez que está em desconformidade com o § 2º do artigo 8º da própria Lei 8.830/2008, que estabelece que a supressão parcial da vegetação nativa, visando sua substituição, nas Áreas de Conservação Permanente, poderá ser realizada por meio de prévio licenciamento junto à SEMA na forma do regulamento”.

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A deputada Janaína Riva (MDB), que defendeu o projeto em plenário, disse que a aprovação “para atender o clamor, o desespero de quem produz no Pantanal”. Segundo ela, a Assembleia fez a parceria e selou com a Embrapa o compromisso de aprovar o projeto.

Para o deputado Lúdio Cabral (PT), único voto contra, o projeto tem artigos que estão de acordo, mas também contém outros, segundo ele, que sequer respeitam o Código Florestal. Conforme Lúdio, “além de desrespeitar o código tem conteúdos que não seguem as recomendações da Embrapa”. O deputado garantiu que vai propor emendas ao PL quando retornar ao plenário para a segunda votação.

 Outra alteração necessária, segundo justificativa do PL 561/2022, foi a de incluir ao artigo 3º outros pilares que compõem o conceito de sustentabilidade, uma vez que a mesma é dividida em três principais pilares: social, econômico e ambiental. “Assim, para garantir uma melhor sustentabilidade ao Bioma Pantanal é necessário que esses três pilares coexistam e interajam entre si de forma plenamente harmoniosa”, justificam os deputados da comissão.

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Em justificativa os deputados citam ainda que ao artigo 7º também foram propostas alterações de redação, a fim de adequar aos preceitos do Código Florestal, Lei Federal nº 12.651/2012, para evitar insegurança jurídica. “Foram excluídos os parágrafos para manter a regra da norma geral federal quanto à forma de cálculo da APP. E mais, permitir nas áreas consideradas de preservação permanente na Planície Alagável da Bacia do Alto Paraguai de Mato Grosso, o acesso e uso para a pecuária extensiva, auxilia a manter a biodiversidade biológica e os processos ecológicos em toda a Bacia do Alto Paraguai, sendo uma atividade de baixo impacto”.

Fonte: ALMT

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