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Elizeu encabeça força-tarefa para soltura de militares presos em operação

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O deputado estadual Elizeu Nascimento (PL) participou de uma força-tarefa para agilizar a soltura dos policiais militares presos na operação “Simulacrum” deflagrada pela Polícia Civil e Ministério Público de Mato Grosso.

Assim que ficou sabendo da operação para cumprimento de 81 mandados de prisões contra os policiais lotados na Força Tática, Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Elizeu usou a tribuna para defender os militares.

O deputado primeiro buscou a entender o processo da operação e a motivação dos mandados de prisões. No mesmo dia, Elizeu como presidente da Comissão de Segurança Pública na Assembleia protocolou um  requerimento para que a comissão acompanhasse todo o desenrolar da operação e investigações, buscando transparência no processo.

Na manhã de sexta-feira (1º), o deputado visitou todos os 34 policiais presos nos batalhões da Rotam e do Bope, onde ficaram detidos. Elizeu checou as condições que os policiais estavam presos e condições.

Na sessão ordinária de sexta-feira, o deputado teve um bate-boca com o colega de parlamento, Wilson Santos e defendeu os policiais. Wilson no plenário falou que os policiais ao invés de prender os criminosos, começaram a executá-los como forma de promover seus nomes e respectivos batalhões.

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Elizeu que é policial militar se indignou com a fala do colega e saiu em defesa da corporação.

“Wilson Santos defendendo criminosos, e o senhor tem que lavar a boca para falar de serviço da polícia. Respeita a polícia. Eu vou dizer aqui sobre uma das ocorrências, que gerou a prisão de uma guarnição da Rotam. Os policiais estão presos lá porque foram em um confronto de troca de tiros com marginais que iriam roubar uma mineradora na Ponte de Ferro, o qual um subtenente tomou um tiro na perna e morreu um vagabundo. Nessa ocorrência foram apreendidos quatro fuzis e inúmeros carregadores” disse Elizeu.

Ainda no mesmo dia, horas depois, o deputado se reuniu com o secretário de segurança pública, Alexandre Bustamante e expôs a situação dos policiais detidos e relatou que muitos deles, foram detidos até de forma incorreta e injusta, pois, nem nos confrontos que ocorreram mortes de criminosos, alguns militares estavam.

Ao sair em defesa dos policiais, na Assembleia Legislativa, demais agentes de segurança também começaram a defender os policiais e  entendendo a operação como arbitrária. Neste sábado (02), o desembargador Sebastião Barbosa Farias, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso decidiu pela soltura dos policiais.

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Medeiros pede bloqueio de valores pagos por Vorcaro à esposa de ministro Alexandre de Moraes

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O deputado federal José Medeiros (PL) protocolou uma representação junto a órgãos de controle pedindo o bloqueio de valores, ativos e bens pagos por Daniel Vorcaro a Viviane Barcy, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Medeiros justifica que há fortes indícios de um esquema financeiro de grandes proporções, com risco de prejuízo bilionário aos cofres públicos, e pede investigação.

O documento foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR), ao Tribunal de Contas da União (TCU), ao Banco Central, à Polícia Federal, à Controladoria-Geral da União (CGU), ao Ministério Público Federal (MPF) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), solicitando a adoção de medidas cautelares, incluindo o bloqueio de ativos e bens, além da instauração de notícias-crime.

Na representação, o parlamentar afirma que há suspeitas envolvendo movimentações financeiras consideradas atípicas entre o empresário Daniel Vorcaro e Viviane Barcy, com possível uso de estruturas complexas para ocultação de recursos e dificultar a rastreabilidade das operações. Viviane Barcy recebeu R$ 80 milhões de um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, alvo de investigação por fraudes no sistema financeiro.

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No pedido, Medeiros solicita que o Banco Central atue de forma imediata para rastrear movimentações, identificar contas vinculadas e monitorar transferências, inclusive internacionais, além de adotar medidas para evitar a dispersão dos recursos.

O parlamentar também pede investigação ampla sobre eventual participação de agentes públicos, destacando a necessidade de apuração por parte da PGR, inclusive em casos que envolvam autoridades com foro privilegiado.

“Diante da gravidade desses fatos, do risco de um prejuízo enorme e da possibilidade de sumirem com o patrimônio, é preciso uma atuação firme e imediata dos órgãos de controle. É necessário bloquear os valores, preservar os bens e investigar tudo a fundo, inclusive para apurar a responsabilidade de possíveis autoridades envolvidas”, afirmou.

A representação também ressalta que a demora na adoção de medidas pode comprometer a recuperação de valores e prejudicar as investigações, aumentando o risco de prejuízo ao erário.

Entre os pedidos estão o bloqueio imediato dos valores envolvidos, a indisponibilidade de bens, a abertura de investigações pela Polícia Federal e a realização de auditorias pelo TCU, além do compartilhamento de informações entre os órgãos.

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