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Deputado Thiago Silva reivindica a ampliação de escolas cívico-militares

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O presidente da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto, da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Thiago Silva (MDB), tem trabalhado para garantir a ampliação das escolas cívico militares, em todo estado, em especial Rondonópolis.

Hoje, o município possui as escolas militares Dom Pedro II e Escola Estadual Militar Tiradentes Major PM Ernestino Veríssimo da Silva. O parlamentar apresentou na ALMT a Indicação nº 307/2021 e tem atuado para que o governo implante novas unidades, pois trata-se de uma demanda apresentada pela comunidade.

Relator do Projeto de Lei 1.821, em 2023 na ALMT, que garantiu a criação das Escolas Cívico-Militares, o deputado Thiago Silva tem trabalhado pela expansão destas unidades do estado.

“A boa notícia que temos é que, com o nosso apoio, à frente da Comissão de Educação, o governador Mauro Mendes (União) pretende ampliar de 31 para 100 o número de escolas cívico-militares no Estado, até março deste ano e, de acordo com a Seduc (Secretaria de Estado de Educação), Rondonópolis deverá receber duas novas unidades, que é uma solicitação nossa e de diversos líderes comunitários da região da Vila Operária”, disse o deputado.

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IDEB – O modelo cívico-militar mantém o currículo tradicional da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), com professores responsáveis pelo ensino, enquanto os militares contribuem para a organização e disciplina das unidades. De acordo com o governo, entre as dez unidades escolares com melhores notas na avaliação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2023, sete são na modalidade cívico-militares, geridas pela Seduc, em parceria com a Polícia Militar (PM) ou o Corpo de Bombeiros Militar (CBM).

Fonte: ALMT – MT

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Podemos adia convenção e amplia prazo para definir alianças em Mato Grosso

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O Podemos adiou para 4 de agosto a realização de sua convenção estadual, ampliando o prazo para definir sua estratégia nas eleições de 2026 em Mato Grosso. Segundo o presidente estadual da sigla, deputado Max Russi, a mudança atendeu a um pedido do senador Jayme Campos (União Brasil), que busca concluir as articulações internas de seu partido antes de avançar nas negociações com aliados.

Com a decisão, o Podemos pretende acompanhar os desdobramentos políticos antes de definir qual grupo apoiará na disputa pelo Governo do Estado. A legenda mantém diálogo com lideranças como Jayme Campos, o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e o senador Wellington Fagundes (PL).

Além das alianças, o partido também discute a possibilidade de indicar um nome para a vaga de vice-governador na chapa majoritária. A convenção do União Brasil está marcada para 30 de julho, enquanto o encontro do Podemos ocorrerá nos últimos dias do prazo previsto pela legislação eleitoral.

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