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Deputado João Batista prestigia evento e incentiva inclusão social de idosos em MT

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Foto: FERNANDA BORRALHO / ASSESSORIA DE GABINETE

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O deputado estadual João Batista do Sindspen (PP) prestigiou, na manhã desta terça-feira (21), a abertura do 17° “Encontro de Grupos para Comemorar as Festividades de 2022”. O evento, que acontece em alusão ao Dia Estadual da Dança Sênior, foi realizado no auditório do Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá.

Durante a solenidade, o parlamentar destacou a importância da Lei nº 11.255/2020, de sua autoria, que institui no calendário oficial de eventos de Mato Grosso a data comemorativa. O dia da dança é celebrado, anualmente, no dia 26 de julho.

“Pesquisamos sobre os benefícios da Dança Sênior e descobrimos que as atividades podem ser desenvolvidas não somente pelos idosos, mas também, pelo público jovem, pois as ações estimulam a memorização, a coordenação motora, desenvolve a capacidade cognitiva, além de promover a manutenção da capacidade intelectual. Nesta ocasião, gostaria de enaltecer a presença do prefeito do município de Cláudia,  Altamir Kurten, que veio hoje incentivar as atividades visando o bem-estar dos idosos da sua região. Parabenizo as professoras Ana Maria e Mariza Beatriz, bem como todos os demais envolvidos na organização desse importante evento, que fomenta a cultura, incentiva a inclusão social e proporciona qualidade de vida ao público da melhor idade”, disse o deputado.

Sachiko Tamaki, ministrante de cursos e fundadora das atividades da Dança Sênior em Mato Grosso, explicou como surgiu a ideia de implantar as ações no estado. 

“Sou oriunda do Japão, lá criamos um grupo e iniciamos as atividades da Dança Sênior, o resultado foi tão bom que, quando viemos morar em Mato Grosso, trouxemos essa ferramenta na bagagem para cá. Chegando aqui, fiz cursos, me habilitei e, como palestrante na primeira oficina, encontrei a professora Ana Maria. Daí surgiu uma parceria, visando expandir a dança no estado. Moro em São Paulo, mas continuo acompanhando as ações que fazem parte do calendário nacional. Ver as atividades crescendo cada dia mais é muito gratificante para mim, estou muito feliz com o resultado alcançado”, pontuou Sachiko.

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Para a coordenadora do evento, professora Ana Maria da Costa Moreira, a Dança Sênior, é uma das atividades mais benéficas de todas, pois segundo ela, os movimentos melhoram a saúde física e mental, além de promover a inclusão dos idosos na sociedade. 

“Nosso evento reúne todos os tipos de pessoas, de várias etnias e diversas cidades do Brasil. Essa dança veio da Alemanha e está crescendo no país. Hoje temos caravanas dos Estados do Paraná, Ceará, dos municípios de Cláudia, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Chapada dos Guimarães, entre outros grupos de Cuiabá e região. Estamos bastante felizes com essa integração da dança, reunindo os idosos de todos os lugares”, comentou Ana Maria.

A professora Mariza Beatriz de Souza, que foi uma das principais militantes responsáveis pelo pedido da formulação da lei de autoria do deputado João Batista, conta que a Dança Sênior é uma atividade diversificada, podendo ser explorada de diversas maneiras pelos praticantes. 

“A Dança Sênior com seus passos curtos e leves, pode ser aprendida facilmente pelos idosos. Os movimentos suaves contagiam e a música própria em ritmo alegre estimula os músculos e a mobilidade das articulações. Uma das curiosidades, é que a atividade pode ser feita com os idosos sentados, o movimento pode ser desenvolvido até mesmo por quem possui limitações físicas”, frisou Mariza. 

Na avaliação do artista mato-grossense, Weber Fraga, que interpreta a personagem “Comadre Sebastiana”, também participante do evento, afirmou que o encontro é um “intercâmbio cultural” que leva alegria e promove harmonia através da dança. 

“Quando nos reunimos nesses encontros, temos a oportunidade de socializar, integrar o idoso, além de promover a alegria desse público, que muitas vezes é esquecido pela sociedade. A atividade além de fazer bem à saúde, trabalha a capacidade funcional. Sou formado em educação física e sei da importância da Dança Sênior para o bem-estar do idoso. Com a apresentação da personagem que interpreto, a Comadre Sebastiana, temos a oportunidade de reforçar a cultura cuiabana, além de elevar essa representatividade, mostrando um pouquinho da identidade cultural mato-grossense. Sou muito grato a todos pelo espaço concedido e estou muito feliz por participar desse evento lindo”, concluiu.

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Ao todo, os grupos participantes do evento foram: “Grupo Felicidade Integração do Pantanal” de Cuiabá, com a dirigente Professora Ana Maria da Costa Moreira; Grupo: “Centro Dia da Pio Vitta” de Cuiabá, com a dirigente Roseane; Grupo: “Instituto dos Cegos do Estado do Mato Grosso ICEMAT”, de Cuiabá, com a dirigente Josete Rodrigues; Grupo: “Raízes da Vida de Fortaleza” no Ceará, com as dirigentes Luzia e Dalci; Grupo: “Leben Spur” de Pato Bragado no Paraná, com o dirigente Sival Klitzke; Grupo: “Herança do Sul” de Pato Bragado no Paraná, com o dirigente Sival Klitze; Grupo: “Coral Bem Viver” de Claudia-MT, com a dirigente Josiane Silva; Grupo: “Feliz Sou Eu” de Campo Novo dos Parecis-MT, com a dirigente Caci; Grupo: “Ana Maria Moreira” de Cuiabá-MT, com a dirigente Carol; Grupo: “Viva Feliz” de Sapezal-MT, com a dirigente Maisa e o Grupo: “Arco-Íris de Chapada dos Guimarães-MT, com a dirigente Maria José.

Dança sênior: Idealizado por Ilse Tutt em 1974 na Alemanha, a Dança Sênior agrega movimentos simples combinados com músicas folclóricas. A melhor idade pode praticar a atividade sentado ou de pé, de forma rápida ou lenta, usando ou não acessórios, em círculos, duplas, pequenos grupos ou individual.

Os principais benefícios da dança sênior são: Melhora da força muscular; aumenta a flexibilidade; Melhora a coordenação; Melhora a postura; Aumento da qualidade de vida do idoso; O sono é mais efetivo e provoca o bem-estar físico e mental.

Fonte: ALMT

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Deputados aprovam projeto que altera política de proteção da bacia pantaneira

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Foto: Ronaldo Mazza

Os deputados estaduais de Mato Grosso, aprovaram em sessão ordinária nesta quarta-feira (29), em primeira votação, o Projeto de Lei 561/2022, que altera a Lei 8.830, de 21 de janeiro de 2008, que “Dispõe sobre a Política Estadual de Gestão e Proteção à Bacia do Alto Paraguai no Estado de Mato Grosso. O PL, de autoria da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Recursos Minerais, teve apenas um voto contrário, do deputado Lúdio Cabral (PT).

O projeto de lei altera alguns dispositivos da lei nº 8.830, de 2008, como exemplo,  no conceito de Área de Conservação Permanente há a vedação de alteração ou utilização dessas áreas de forma intensiva ou em larga escala. Por conta disso, uma das alterações visa excluir essa vedação, “uma vez que está em desconformidade com o § 2º do artigo 8º da própria Lei 8.830/2008, que estabelece que a supressão parcial da vegetação nativa, visando sua substituição, nas Áreas de Conservação Permanente, poderá ser realizada por meio de prévio licenciamento junto à SEMA na forma do regulamento”.

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A deputada Janaína Riva (MDB), que defendeu o projeto em plenário, disse que a aprovação “para atender o clamor, o desespero de quem produz no Pantanal”. Segundo ela, a Assembleia fez a parceria e selou com a Embrapa o compromisso de aprovar o projeto.

Para o deputado Lúdio Cabral (PT), único voto contra, o projeto tem artigos que estão de acordo, mas também contém outros, segundo ele, que sequer respeitam o Código Florestal. Conforme Lúdio, “além de desrespeitar o código tem conteúdos que não seguem as recomendações da Embrapa”. O deputado garantiu que vai propor emendas ao PL quando retornar ao plenário para a segunda votação.

 Outra alteração necessária, segundo justificativa do PL 561/2022, foi a de incluir ao artigo 3º outros pilares que compõem o conceito de sustentabilidade, uma vez que a mesma é dividida em três principais pilares: social, econômico e ambiental. “Assim, para garantir uma melhor sustentabilidade ao Bioma Pantanal é necessário que esses três pilares coexistam e interajam entre si de forma plenamente harmoniosa”, justificam os deputados da comissão.

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Em justificativa os deputados citam ainda que ao artigo 7º também foram propostas alterações de redação, a fim de adequar aos preceitos do Código Florestal, Lei Federal nº 12.651/2012, para evitar insegurança jurídica. “Foram excluídos os parágrafos para manter a regra da norma geral federal quanto à forma de cálculo da APP. E mais, permitir nas áreas consideradas de preservação permanente na Planície Alagável da Bacia do Alto Paraguai de Mato Grosso, o acesso e uso para a pecuária extensiva, auxilia a manter a biodiversidade biológica e os processos ecológicos em toda a Bacia do Alto Paraguai, sendo uma atividade de baixo impacto”.

Fonte: ALMT

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