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Um criminoso foi preso e outro morto durante confronto com a Polícia Civil em Alto Paraguai

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Um criminoso foi preso e outro morto após confronto com a Polícia Civil, neste sábado (15.07), em Alto Paraguai (218 km a médio norte de Cuiabá). Ambos integram facção criminosa e são investigados por cometerem homicídios na região. O suspeito morto era considerado líder do grupo.

A ação da Delegacia de Diamantino com apoio da Gerência de Operações Especiais (GOE), foi realizada para cumprimento de mandados de prisão, e de busca e apreensão domiciliar, no bairro Fazenda Velha, em Alto Paraguai.

O suspeito preso, de 22 anos, foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo e associação criminosa. Já o segundo envolvido que estava com dois mandados de prisão temporária, João Marcelo da Silva, de 20 anos, foi morto após confronto com a polícia.

Foram apreendidas duas armas de fogo, uma espingarda na casa do jovem de 22 anos, e uma pistola na posse de João Marcelo da Silva, usada por ele no momento da abordagem policial, além de várias munições e porção de droga.

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Em cumprimento ao mandado de busca e apreensão, os policiais civis foram até o primeiro endereço, onde ao chegar localizaram o suspeito de 22 anos trancado dentro do quarto. Na casa foi apreendida uma espingarda calibre 28, várias munições, além de outros materiais, razão pela qual ele foi detido em flagrante.

Na sequência os policiais civis foram até a residência de João Marcelo da Silva, para cumprimento dos mandados de prisão, expedido pela Justiça pelos crimes de homicídios contra Higor Alexandre Benites dos Santos e Ademilson Neves de Oliveira.

No trajeto foi informado que o João Marcelo da Silva, havia fugido para mata, sendo então realizada a incursão com intuito de tentar localizar o criminoso. No percurso foi encontrado rastros em uma trilha dentro do matagal, e logo avistado o suspeito, este portanto uma pistola calibre 7.65.

Mesmo diante da verbalização, o suspeito sacou a arma de fogo e apontou na direção da equipe, momento em que houve o confronto. João Marcelo da Silva acabou sendo alvejado. O Samu foi acionado e o encaminhou para o Pronto Atendimento, porém ele não resistiu e foi a óbito.

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Conforme apuração da Polícia Civil, João Marcelo da Silva exercia a função de líder dentro da facção criminosa instalada na região de Alto Paraguai. O indivíduo era responsável por diversos crimes, bem como teve a prisão decretada pelos homicídios motivados por briga entre as facções.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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