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Traficante que usava carro por aplicativo para entregar drogas é preso pela Polícia Civil

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis, prenderam um suspeito em flagrante, nesta terça-feira (04.02) por tráfico de drogas.

A investigação teve início em outubro do ano passado e após diversas diligências os investigadores conseguiram comprovar as atividades criminosas do suspeito, que foi flagrado com 12 porções de cocaína e uma de maconha no momento em que embalava as substâncias para a venda.

O traficante utilizava seu veículo, um modelo GM Prisma, para fazer as entregas dos entorpecentes simulando que trabalhava como motorista de transporte por aplicativo.

Além da prisão em flagrante, o traficante também teve cumprido um mandado de prisão expedido pela Comarca de Juína. Ele foi condenado em regime fechado a 10 anos e 10 meses por tráfico de drogas naquela comarca.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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