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Terceiro Batalhão da PM celebra aniversário com inauguração de complexo e homenagens a militares

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O Terceiro Batalhão da Polícia Militar de Mato Grosso promoveu, na noite desta segunda-feira (17.10), em Cuiabá, solenidade alusiva à celebração dos 33 anos da unidade. O aniversário do maior Batalhão do Estado contou com a inauguração de um complexo multiuso e homenagens a policiais militares e autoridades civis.

O comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes, presidiu a solenidade e parabenizou todo o efetivo do Batalhão, responsável pelo atendimento à comunidade de mais de 100 bairros em Cuiabá. “É o maior Batalhão de Mato Grosso, que compreende toda a Grande CPA”, destacou. “São 33 anos de muita luta e dedicação desses policiais militares, que estão sendo homenageados nesta solenidade”, contemplou o coronel Mendes.

Para a comandante do 3º Batalhão, tenente-coronel Hadassah Susannah Beserra de Souza, a solenidade de comemoração do aniversário é uma visita à história da unidade. “É uma data a ser comemorada e para valorizar a história dos nossos policiais militares, que carregam este batalhão nas costas diariamente. Hoje, homenageamos nossa tropa, ex-comandantes e todos os que passaram com relevância por este Batalhão”, afirmou.

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Durante o evento, foi inaugurado o complexo multiuso do 3º BPM, para abrigar o Projeto Crescer, que levará a prática esportiva para crianças e adolescentes, nas modalidades futebol, boxe, capoeira e xadrez. O projeto pretende atender crianças de sete a 11 anos, com 100 vagas por modalidade.

Sobre o novo complexo, o coronel Mendes enfatizou a importância da aproximação da instituição com a sociedade. “A Polícia Militar atende mais de 10 mil crianças com projetos sociais, em todo o Estado e, aqui no 3º Batalhão, não será diferente com este complexo multiuso. Aser utilizado nas diversas modalidades esportivas para crianças e adolescentes da comunidade”, completou.

A comandante do 3º Batalhão, tenente-coronel Hadassah, enfatiza que o grande objetivo do complexo multiuso é “reunir crianças e adolescentes da comunidade, ocupando o tempo deles no contra turno escolar para desenvolver novas atividades e habilidades, pois nós, da Polícia Militar, também somos influenciadores para levarmos esses jovens a um caminho melhor”.

A solenidade contou com a apresentação de um selo comemorativo, lançado em parceria com os Correios, remetendo à história e tradição do Batalhão. Além disso, o efetivo da unidade, bem como autoridades militares e civis foram homenageados no evento. Os contemplados receberam a moeda honorífica do 3º BPM, por relevantes serviços prestados à unidade, à Polícia Militar e à segurança pública de Mato Grosso.

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História

A antiga 1º Companhia da Polícia Militar foi elevada à condição de Batalhão em 04 de outubro de 1989, por meio do decreto nº 1935, assinado pelo então governador Carlos Gomes Bezerra, tornando-se o 3º Batalhão da PMMT. 

Atualmente, possui em seu efetivo 219 policiais militares e tem sob sua subordinação sete companhias de Polícia Comunitária e um Grupamento de Apoio, que atuam em uma área extensa, composta por mais de 100 bairros e comunidades rurais de Cuiabá.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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