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Suspeito de matar morador em situação de rua é preso pela PM em Nova Santa Helena

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Policiais militares do 11º Batalhão prenderam nesta quarta-feira (13.09) o suspeito de matar Edilson Pietro Fernandes, de 41 anos, em Nova Santa Helena (599 km de Cuiabá). A vítima foi atingida por golpes de facas nessa terça-feira (12.09) e não resistiu aos ferimentos.

Conforme informações do boletim de ocorrência, os militares foram acionados para irem até o local do crime, próximo a um hotel.

Aos policiais, testemunhas disseram que Edilson e o suspeito tiveram um desentendimento durante o dia e que, na ocasião, a vítima foi ameaçada de morte.

As equipes realizaram rondas para localizar o suspeito do homicídio, mas sem sucesso. Durante o trabalho ostensivo, já na manhã desta quarta-feira, os policiais encontram o suspeito na saída do município, sentido a Colíder.

À PM, o suspeito confessou a autoria do crime, no entanto, não relatou o motivo da discussão. O homem ainda ressaltou que também vivia em situação de rua. O suspeito foi encaminhado à delegacia.

A faca utilizada no crime também foi apreendida.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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