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Suspeita de racismo, dona de salão de beleza é presa pela Polícia Civil em Colniza

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A proprietária de salão de beleza no município de Colniza (1.065 km a noroeste), foi presa pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (27.11). Uma arma de fogo também foi apreendida.

A suspeita de 39 anos foi autuada em flagrante pelos crimes de ameaça, injuria racial e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito ou proibido.

As diligências iniciaram logo após a vítima de 29 anos procurar a Delegacia de Polícia, para registrar a ocorrência e narrar que a suspeita foi até a sua casa dizendo que queria mata-lá.

Conforme a comunicante, a mulher invadiu o local, e pela janela do imóvel apontou uma arma de fogo para a vítima, a ameaçou de morte e ainda a xingou com palavras racista e de baixo calão.

Com base nos fatos narrados e da manifestação da vítima representar criminalmente contra a suspeita, os policiais civis foram até o trabalho da suspeita, a qual é dona de um salão de beleza.

No endereço a equipe localizou dentro da bolsa da mulher, uma pistola Taurus calibre 9 milímetros com doze munições intactas. Diante do flagrante, ela foi encaminhada até a Delegacia de Colniza.

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A conduzida foi interrogada e autuada pelos crimes de ameaça, praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça. cor, etnia, teigão ou procedência nacional, e posse ou porte ilegal de arma de fogo de udo restrito ou proibido.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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