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Mais uma vítima de golpe tem valor recuperado após rápida ação da Polícia Civil

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, em ação conjunta da Delegacia de Campo Novo do Parecis (396 km a noroeste de Cuiabá) e Delegacia Especializada de Crimes Informáticos (DRCI), recuperou R$ 1,2 mil subtraídos de uma vítima em golpe do falso perfil de whatsapp.

As investigações iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Campo Novo do Parecis, na segunda-feira (31.01), relatando que havia caído em um golpe. Segundo informações, uma pessoa usando o perfil de sua filha no aplicativo de mensagens whatsapp, solicitou uma transferência do valora, alegando que o seu limite diário havia excedido.

Acreditando realmente falar com a filha, a vítima fez a transferência do valor via TED e quando saiu do banco ligou para a avisá-la, momento em que descobriu que foi vítima de golpe.

Após rápida troca de informações entre as equipes da Delegacia de Campo Novo do Parecis e da DRCI foi possível fazer o bloqueio do valor total do dinheiro transferido, que será devolvido para conta da vítima após procedimentos de segurança na agência bancária.

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As investigações seguem em andamento para identificar envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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