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Secretaria de Saúde de MT faz parceria com a PM para oferecer equoterapia a pacientes do Cridac

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) vai disponibilizar o tratamento de equoterapia aos pacientes do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac). O novo serviço é resultado de um termo de cooperação firmado nesta semana entre a SES e a Polícia Militar de Mato Grosso, que vai oferecer os cavalos da polícia montada para as sessões.

A expectativa é de que a nova terapia com atividades de equitação inicie em abril, assim que concluída as questões administrativas da parceria.

“Nosso objetivo é ofertar o que há de mais moderno e efetivo na reabilitação ou tratamento de pacientes do Cridac. O trabalho conjunto entre a SES e a Polícia Militar beneficiará muito os usuários em tratamento pelo SUS”, afirma o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Conforme o diretor do Cridac, Luiz Antônio Ferreira, o novo serviço é um avanço para a saúde do Estado, já que, atualmente, nenhum município oferta o tratamento de equoterapia pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Os pacientes que necessitavam dessa terapia buscavam apoio de ONGs para conseguir o tratamento, mas graças a uma gestão sensível à causa, vamos disponibilizar a equoterapia no Cridac. Isso deixa os profissionais e pacientes felizes, pois aguardavam ansiosamente pelo serviço”, diz o diretor. 

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Conforme o termo de cooperação, a terapia será realizada no Parque de Exposições da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat).

Luiz explica que o Cridac disponibilizará os profissionais e a equipe de cavalaria da PM disponibilizará os cavalos. “Nossos profissionais estão habilitados para executar o tratamento. Eles foram capacitados em 2022 pela Associação Nacional de Equoterapia”, informa.

Atualmente, o Cridac atende cerca de 300 pacientes com transtorno do espectro autista. De acordo com Luiz, espera-se que metade desses pacientes tenham indicação médica para a equoterapia.

Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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