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Rotam e Cavalaria prendem quadrilha em flagrante por invasão de garimpo

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Metropolitanas (Rotam) e da Cavalaria, do 2º Comando Regional, prenderam cinco homens (de 19, 30, 36, 49 e 56 anos) pelos crimes de dano, porte ilegal de arma de fogo, disparo de arma e violação de domicílio, na tarde de sábado (29.01), após invadirem um garimpo em Nossa Senhora do Livramento.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 18h50, as equipes policiais foram acionadas pelo proprietário de uma fazenda, que informou que dois suspeitos, sendo um deles teria se apresentado como policial militar do Estado do Piauí. Os suspeitos alegaram que iriam retirar os rejeitos de minérios do garimpo que fica na propriedade da vítima. 

O proprietário rural ainda afirmou na denúncia que os homens estavam armados e que minutos depois ouviu disparos de arma de fogo próximos da porteira. Temendo por sua vida, ele entrou em sua caminhonete e fugiu do local em direção a uma fazenda vizinha, de onde acionou a PM para informar os fatos.

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As equipes da Rotam e Cavalaria se deslocaram para o garimpo e encontraram cinco suspeitos explorando o local. Procedimento de abordagem e busca pessoal foi realizado nos homens, sendo encontrados com um dos suspeitos uma pistola calibre .380, e próximo de uma caminhonete ainda foi localizado um revólver calibre .357.

Diante dos fatos, todos os suspeitos foram autuados e um dos homens teria feito ameaças ao proprietário da fazenda, no momento de sua prisão. A quadrilha foi encaminhada para a Delegacia da cidade para o registro da ocorrência e as providências cabíveis.

Disque-Denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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