POLÍCIA
Quatro motoristas são presos por embriaguez ao volante em Cuiabá
POLÍCIA
Quatro motoristas foram presos em flagrantes delito por embriaguez ao volante durante a 55ª Edição da Operação Lei Seca, realizada na Avenida Fernando Corrêa, Jardim Petrópolis, no Coxipó, entre a noite desta quarta-feira (09) e a madrugada desta quinta-feira (10.06).
De acordo com o relatório da ação, 153 veículos passaram por fiscalização, dos quais 49 acabaram sendo removidos por apresentar diversas irregularidades na documentação, falta de segurança, precariedade no estado de conservação, entre outras.
Nas quase três horas de operação, 161 condutores fizeram o teste de alcoolemia, mas sete se recusaram a fazer o mesmo procedimento.
Essa edição da Operação Lei Seca também autuou 44 veículos, totalizando 53 autos de infração (multas); recolheu 19 documentos, sendo 17 carteiras de habilitação e dois certificados de Licenciamento de Registro Veicular (CLRV).
A Lei Seca é coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada, divisão da Secretaria de Estado de Segurança Pública (GGI/Sesp), e conta com as forças integradas da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTran); da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Delitos de Trânsito (Deletran); do Departamento Estadual de Trânsito (Detran); e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá (Semob).
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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