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PRF em Mato Grosso prende dois indivíduos foragidos da justiça

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Em apenas um dia duas pessoas foram detidas pela PRF nas rodovias federais do estado do Mato Grosso por estarem com mandado de prisão em aberto em desfavor contra elas.

Durante esse mês, a Polícia Rodoviária Federal já prendeu 21 pessoas por estarem com mandado de prisão em aberto. Os motivos são os mais diversos, pensão alimentícia, furto, roubo, tráfico de drogas e até por homicídio.

As situações mais recentes aconteceram no dia de ontem (13.04), nas Unidades Operacionais de Cuiabá e Primavera do Leste.

Durante abordagem a um ônibus que fazia o trajeto Santarém/PA – Porto Alegre/RS, um homem foi detido no momento da fiscalização aos passageiros. Ao ser verificado os sistemas, os policiais constataram que havia um mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e associação para o tráfico, o homem foi detido e encaminhado à Delegacia de Capturas de Cuiabá.

A segunda situação ocorreu quando uma equipe da PRF efetuava fiscalização a um veículo de passeio. Durante a verificação a documentação do veículo e do condutor, os sistemas retornaram um registro de mandado de prisão em aberto por roubo no estado da Bahia.

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O homem foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária para os procedimentos cabíveis.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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