POLÍCIA
PRF em Mato Grosso leva educação para trânsito à aldeia indígena
POLÍCIA
Na última quinta-feira, o Grupo de Educação para o Trânsito da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso visitou a aldeia Korogedo Paru da etnia Bororo, localizada no município de Santo Antônio do Leverger, juntamente a uma equipe da SEDUC.
Durante o período matutino, foi apresentado aos professores, diretores e anciões da aldeia o projeto do FETRAN – Festival Estudantil Temático Teatro para o Trânsito que é promovido pela Superintendência da Polícia Rodoviária Federal em Mato Grosso (SPRF/MT), com vistas a implementar as medidas da Política Nacional de Segurança e Educação de Trânsito e promover e participar de projetos e programas de educação e segurança, de acordo com as diretrizes estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro pelo CONTRAN.
O festival é realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (SEDUC/MT) e outros órgãos públicos.
Já no período da tarde, foi ministrada uma palestra sobre a responsabilidade, conscientização e educação para o Trânsito. Além disso, foi realizada uma roda de conversas com os adolescentes para discutir temas como o trânsito, a vida na aldeia e a cultura do povo Bororo.
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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