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PRF apreende mais de 30 kg de pasta base de cocaína em fiscalização na BR-364, em Cuiabá-MT

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Durante fiscalização no km 387 da BR-364, em Cuiabá-MT, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 33,5 kg de substância análoga à pasta base de cocaína que estavam escondidos em malas com compartimentos ocultos. A ação ocorreu na noite de segunda-feira (07), como parte das atividades da Operação de Segurança Viária (ONSV 2025).

A equipe realizava inspeção em um ônibus interestadual quando identificou bagagens com características suspeitas. Diante da situação, foi realizada uma verificação detalhada dos volumes, o que levou à identificação de materiais ilícitos em compartimentos ocultos.

Durante a verificação, foram encontrados três volumes contendo compartimentos de madeira camuflados com 31 tabletes da substância ilícita. O teste narcótico confirmou se tratar de derivado da folha de coca.

Dois homens foram detidos e encaminhados à Central de Flagrantes de Cuiabá-MT, juntamente com os entorpecentes, pertences e documentos pessoais.

A PRF reforça seu compromisso no enfrentamento ao tráfico de drogas e segue atuando com firmeza na fiscalização das rodovias federais para garantir a segurança e combater o crime organizado.

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Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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