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PRF apreende mais de 200 quilos de entorpecentes em Comodoro – MT

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Na noite de 20 de fevereiro de 2024, no km 488 da BR-174, no município de Comodoro/MT, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava um comando de fiscalização quando abordou um veículo, resultando na apreensão de mais de 200 quilos de entorpecentes.

Após a verificação das documentações pessoais do condutor e do passageiro, questionou-se o conteúdo do compartimento de carga. Não souberam responder a perguntas simples.

Ao examinar a nota fiscal do produto constatou-se que se tratava de um motor elétrico pequeno, com destino inicial em Rio Branco-AC e final em Recife-PE, o que não condizia com a descrição dada pelo condutor.

Além disso, a máquina estava acoplada em uma caixa metálica recentemente pintada, sem documentação fiscal comprovando sua origem.

Suspeitando de irregularidades, os policiais procederam à abertura da caixa metálica, onde descobriram uma segunda caixa interna, lacrada e parafusada.

Após a abertura dessa segunda caixa, foram encontrados aproximadamente 15 tabletes de maconha, 58 tabletes cloridrato de cocaína e 149 tabletes de Pasta Base de Cocaína.

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Diante das evidências, os ocupantes do veículo foram presos e encaminhados à autoridade policial competente para os devidos procedimentos legais.

 

PRF Ontem, Hoje e Sempre.

Fonte: PRF – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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