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Polícias Civil e Federal cumprem mandados para combate de exploração sexual infantojuvenil

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A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em parceria com a Superintendência Regional da Polícia Federal de Mato Grosso, por meio do Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos (GRCC), deflagraram na manhã desta terça-feira (12.07) a Operação Nuvem Impura, em Cuiabá e Várzea Grande. Na ação foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão entre outras medidas cautelares.

A operação conjunta visa combater a exploração sexual infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Durante cumprimento das buscas, foram apreendidos diversos aparelhos eletrônicos (celulares, notebooks, pendrives, HDs e outros), resultando na prisão em flagrante de um homem, que foram encontrados em sua posse fotos e vídeos que envolvem abuso sexual de crianças e de adolescentes.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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