POLÍCIA
Policiais civis desmontam ponto de venda de drogas e apreendem diversos produtos eletrônicos
POLÍCIA
Um ponto de venda de entorpecentes foi desmontado e um homem preso pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (26.05), em Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá). Também foram apreendidos cerca de R$ 7,5 mil, drogas e grande quantidade de eletrônicos produtos de crimes.
O suspeito de 36 anos foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação.
Os policiais civis coordenados pelos delegados Marlon Nogueira e Igor Sasaki, realizavam diligências e identificaram um endereço no bairro Rodeio, utilizado para o comércio entorpecentes.
Conforme apurado, no local haviam diversos objetos oriundos de ocorrências de roubos e furtos, que eram trocados pela droga.
Com base nas informações os investigadores passaram a monitorar a residência, e na manhã desta quinta-feira (26), avistaram o momento em que uma pessoa se aproximou da casa para comprar o ilícito, ocasião em que o morador passou a porção pela grade da garagem.
Ato contínuo foi realizada a abordagem do usuário e confirmado se tratar de pasta base de cocaína. Diante dos fatos a equipe entrou no imóvel e o suspeito correu para dentro de um dos cômodos para desfazer dos entorpecentes.

No local foram encontrados materiais usados para tráfico como plástico filme e dichavador, mais de R$ 7 mil em dinheiro trocado, 24 celulares, 4 tabletes, 4 notebook, 3 televisões, 6 bicicletas, 21 correntes de cor dourada, 11 relógios, um jogo de talheres para churrasco. O suspeito guardava no bolso o valor de R$ 500.
Durante o trabalho policial, outros dois indivíduos chegaram na casa para adquirir entorpecentes. Após o flagrante o morador e os usuários foram encaminhados até a Delegacia de Cáceres para esclarecimentos.
Depois de ouvidos os usuários foram liberados. Já o traficante foi preso pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e receptação. Após a confecção dos autos o preso foi colocado à disposição da Justiça.
POLÍCIA
Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil
A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.
A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.
De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.
Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.
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