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Polícia Rodoviária Federal participa de ação em apoio à delegacia da Polícia Civil de Porto Esperidião – MT

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Na manhã desta terça-feira (20), foi deflagrada a Operação Suplício, da Polícia Civil do Mato Grosso, com o objetivo de cumprir 4 (quatro) prisões temporárias e 8 (oito) mandados de busca e apreensão expedidos pelo Juízo da Comarca de Porto Esperidião.

A operação visa desarticular uma associação criminosa que é investigada pelos crimes de tortura, homicídio qualificado, tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa armada.

A Polícia Rodoviária Federal esteve presente prestando apoio as demais forças, reforçando assim seu compromisso com a população e com a integração entre os órgãos de segurança pública.

Os mandados foram cumpridos nos municípios de Porto Esperidião e Glória D’Oeste.

Fonte: PRF MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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