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Polícia Militar prende homem que agrediu e ameaçou esposa com arma de fogo

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Policiais militares do 26º Batalhão prenderam um homem, de 37 anos, pelos crimes de lesão corporal, ameaça e porte ilegal de arma de fogo, na madrugada desta sexta-feira (5.6), em Nova Mutum. O suspeito foi detido em flagrante após agredir e ameaçar a esposa com um revólver.

As equipes do 26º BPM foram acionadas, por volta de 2h45, para uma denúncia de violência doméstica em uma residência. No endereço informado, os militares fizeram contato com a vítima, de 28 anos, que relatou ter sido agredida fisicamente pelo seu esposo após o casal retornar de um bar.

Ainda em relato, a mulher disse que, ainda no bar, o casal iniciou uma discussão por motivos de ciúmes. Na chegada da residência, a briga continuou e o suspeito pegou um revólver e fez ameaças de morte contra a vítima. Ela contou também que conseguiu escapar e acionar a Polícia Militar, momento em que o suspeito fugiu em uma motocicleta.

Diante das informações do caso e com as características do suspeito, os militares iniciaram rondas pela cidade e rapidamente encontraram o suspeito conduzindo uma motocicleta Honda Fan 160, apresentando sinais de embriaguez.

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O homem foi detido e retornou com a PM até a residência. No local, ele apresentou o revólver de calibre 38, que estava escondido no telhado do imóvel. Ainda nas buscas na casa, os militares apreenderam duas espingardas e munições para o armamento.

O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado para a delegacia de Nova Mutum, com o material apreendido, para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para as outras providências pertinentes.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.



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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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