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Polícia Militar prende homem faccionado com três quilos de maconha em Nova Ubiratã

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A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu um homem faccionado, de 18 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite deste domingo (7.6), no município de Nova Ubiratã. O suspeito tentou fugir da abordagem policial em uma bicicleta e foi detido em flagrante transportando três quilos de substância análoga a maconha.

O suspeito foi localizado durante patrulhamento ostensivo, no bairro Novo Horizonte. Os militares encontraram o homem em atitude suspeita, conduzindo uma bicicleta e carregando uma mochila nas costas. A PM iniciou procedimento de abordagem e o suspeito fugiu utilizando o veículo.

Após 100 metros de acompanhamento, o homem caiu da bicicleta e foi detido. Na revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. Já na verificação a mochila, os policiais encontraram dois tabletes de maconha, que totalizaram três quilos de drogas.

O homem não se pronunciou sobre a origem da droga e recebeu voz de prisão, sendo conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.



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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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