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Polícia Militar apreende artefatos explosivos em Cuiabá

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A Polícia Militar localizou e apreendeu, no final da manhã desta quinta-feira (19.05), em Cuiabá, dois artefatos explosivos, que, posteriormente, serão detonados em local seguro.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 11h, após uma denúncia de trabalhadores, de que teriam encontrado uma sacola contendo os artefatos, quando faziam a reforma de um muro no bairro Jardim Vitória, a equipe do 3º Batalhão da PM foi acionada.  

Os policiais foram ao local indicado e constataram a veracidade da denúncia. O Batalhão de Operações Especiais (Bope) foi acionado e compareceu ao local com a equipe do esquadrão antibombas.

Os dois artefatos, compostos de emulsão explosiva com estopim hidráulico e espoleta, foram retirados do local e apreendidos, para serem detonados em local seguro.

As equipes se deslocaram à Central de Flagrantes, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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