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Polícia Civil resgata menor desaparecida em aldeia indígena no estado do Tocantins

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Uma adolescente de 14 anos, deficiente auditiva, que foi levada para uma aldeia indígena no estado do Tocantins, foi resgatada no sábado (27.01), em uma ação conjunta da Polícia Civil e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

As investigações para localizar a jovem iniciaram na quinta-feira (25), quando a mãe da menor procurou a delegacia para comunicar que a sua filha saiu de casa no domingo (21) e que desde então, estava desaparecida.

A mãe relatou que recebeu informações de que um indígena havia levado a sua filha para a Aldeia do Fontoura, no outro lado do rio, no estado do Tocantins, onde estavam dando bebida alcoólica para a menor.

Assim que foi acionada sobre os fatos, a equipe da Delegacia de São Félix do Araguaia iniciou os trabalhos para localização da menor, acionando uma equipe da Funai para diligências na aldeia indígena.

Para o resgate da adolescente, as equipes da Polícia Civil e da Funai montaram uma história cobertura, colocando máscaras de proteção, para dizer que a menor estava com Covid, para que fosse liberada mais rápido pelos indígenas.

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O delegado de São Félix do Araguaia, Ivan Albuquerque Soares, relatou que foi uma situação grave, que exigiu trabalho intenso e bastante delicado para o sucesso do resgate da menor. “A adolescente foi encontrada, liberada e encaminhada para acompanhamento pelos conselheiros tutelares de São Félix do Araguaia”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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