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Polícia Civil recupera valor subtraído em golpe do falso intermediador de vendas

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Mais de R$ 5,5 mil subtraídos de uma vítima de golpe durante a compra de um veículo foram recuperados pela Polícia Civil, na terça-feira (03.01), em ação conjunta da Delegacia de Porto Esperidião (326 km a oeste de Cuiabá) e Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI).

As investigações iniciaram após as vítimas (comprador e vendedor) procurarem a Delegacia de Porto Esperidião, relatando que haviam caído no golpe do falso intermediador de vendas, durante a negociação de veículo.

Segundo informações, a vítima interessada na compra viu o anúncio do veículo em uma rede social da internet e foi até Porto Esperidião para efetivar o negócio. A negociação foi realizada por uma terceira pessoa que conversava simultaneamente com as vítimas (o comprador e o verdadeiro dono do veículo).

Somente após o comprador fazer a transferência do valor via TED, as vítimas descobriram que haviam caído em um golpe, ocasião em que procuraram a Polícia.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Delegacia de Porto Esperidião, entrou em contado com a DRCI, que imediatamente com apoio do setor antifraudes da agência bancária conseguiu bloquear R$ 5.503,29, transferidos pela vítima. O valor será restituído à vítima após algumas providências junto ao banco.

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Segundo o delegado da DRCI, Ruy Peral, o golpe do falso intermediador de vendas ocorre com grande frequência e as pessoas interessadas em compras e negociações de bem pela internet, devem estar atentas ao negociar qualquer produto. “Antes de fazer qualquer transferência bancária é necessário verificar todos os dados da conta bancária para ter certeza que está fazendo uma negociação legítima”, disse o delegado.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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