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Polícia Civil recupera valor subtraído de vítima de estelionato pela internet

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos e da Delegacia de Tangará da Serra (239 km a médio norte de Cuiabá), recuperou parte do valor subtraído de vítima de estelionato pela internet.

A vítima de 30 anos procurou a Polícia Civil, nesta segunda-feira (19.12), em Tangará da Serra para registrar a ocorrência. A comunicante narrou que viu na internet um anúncio de venda de uma moto Biz pelo valor de R$ 8,5 mil.

Interessada ela passou a conversar om o suposto vendedor pelo aplicativo do WhatsApp, e pediu para ver o veículo. Então a vítima foi até o endereço indicado e após ver a moto realizou o pagamento via transferência bancária para a conta indicada pelo golpista.

Em seguida a vítima informou que já havia feito o pagamento, bem como pediu para a liberar a moto. No entanto, a proprietária do veículo informou que não havia recebido nenhum valor. Momento em que percebeu que havia caído em uma golpe.

Diante dos fatos os policiais civis de Tangará da Serra solicitaram apoio à equipe da DRCI, que conseguiu através de bloqueio bancarário recuperar a quantia de R4 4,8 mil subtraída da vítima.

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As investigações continuam visando identificar e responsabilizar os envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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