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Polícia Civil recupera R$ 4 mil proveniente de transferência bancária feita por engano

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Rondolândia em conjunto com a Delegacia de Paranatinga, recuperaram nesta sexta-feira (1.09), o valor de R$ 4 mil, proveniente de uma transferência feita por engano.

O comunicante de 50 anos, morador da cidade de Rondolândia, procurou a Delegacia de Polícia, informando que havia feito uma transferência e digitou errado a chave do PIX, que era o número de celular.

Em seguida os policiais civis realizaram consulta no sistema de banco de dados, e identificaram o titular da conta bancária a qual a quantia foi creditada, sendo morador do município de Paranatinga.

Diante das informações obtidas, foi solicitado apoio à equipe da Delegacia de Paranatinga, que localizou o homem de 20 anos.

Ao ser abordado, ele cooperou com as diligências e se comprometeu a fazer a transferência de voltar para a vítima.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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