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Quarenta policiais iniciam curso de Atendimento Pré-Hospitalar em Combate da PMMT

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip), realizou na manhã desta segunda-feira (21.03), a aula inaugural do 2º Curso de Formação de Multiplicadores Institucionais de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). A aula inaugural foi realizada no auditório da Escola Superior do Tribunal de Contas de Mato Grosso.

Participam do curso 40 alunos, sendo 34 policiais militares das unidades especializadas da PMMT, além de policiais militares e civis dos Estados de Minas Gerais, Goiás, Maranhão, Tocantins e Distrito Federal.

O curso é voltado para ministrar técnicas do protocolo Marc 1 que direciona as ações no controle de hemorragia, manutenção das vias aéreas, da respiração e prevenção contra a hipotermia, os quais têm salvado muitas vidas pelo país.

A aula inaugural foi ministrada pelo capitão Mário Picetskei Júnior, da Polícia Militar do Paraná, que falou sobre a importância do protocolo Marc 1 no atendimento pré-hospitalar em combate até a chegada do policial ferido para um atendimento de qualidade em uma unidade hospitalar.

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O comandante-geral adjunto da Polícia Militar, coronel Daniel Lipi Alvarenga, presidiu a solenidade e destacou a importância do curso da PMMT para o salvamento de vidas de policiais feridos em combate. “Para melhor atender o nosso público interno, instruir e multiplicar o conhecimento adquirido, visando salvar vidas. Uma vez que somos a única instituição de segurança pública presente em todos os municípios de Mato Grosso, somos nós que poderemos dar aquela primeira resposta, mantendo os sinais vitais e aumentando a chance de sobrevida”, ressaltou.

O comandante do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), tenente-coronel André Willian Dorileo, afirmou que o fortalecimento da doutrina de atendimento pré-hospitalar tem crescido e se faz cada vez mais importante. “É sensato e necessário capacitar este mesmo profissional de técnicas, procedimentos e boas práticas que elevam a possibilidade de sobrevida do eventual policial ferido”, afirmou o tenente-coronel.

Também participaram da solenidade o coronel Paulo César da Silva, comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip); coronel Edvan Manoel de Azevedo, do comando especializado da PMMT (Cesp); coronel José Nildo de Oliveira, comandante do 1º Comando Regional da PM, além de outras autoridades militares e civis.

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Fonte: PM MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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