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Polícia Civil recupera R$ 15 mil subtraídos de vítima de fraude eletrônica

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Policiais civis da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), em conjunto com a Delegacia de Polícia de Sinop (500 km ao norte de Cuiabá), recuperaram a quantia de R$ 15 mil subtraída de uma vítima de fraude eletrônica.

Na quinta-feira (21.07), a vítima de 58 anos compareceu na Delegacia de Sinop, para registrar o crime de estelionato praticado por meio virtual. Ela informou que recebeu uma mensagem pelo WhatsApp de um número de celular com a foto de um amigo.

Durante conversa a pessoa pediu para a vítima lhe transferir um dinheiro, alegando que precisava fazer um pagamento. Então a comunicante, de boa-fé, realizou a transferência para os dados bancários informados pelo golpista.

A vítima somente notou que se tratava de golpe, no outro dia, quando o sujeito voltou a pedir dinheiro novamente.

Diante dos fatos, as informações foram repassadas à DRCI, que através de parceria com o Setor de Anti Fraudes da respectiva instituição financeira, recuperou por bloqueio bancário o valor de R$ 15 mil subtraídos da vítima.

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As investigações continuam visando identificar o autor do crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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