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Polícia Civil recupera mais de R$ 7 mil subtraídos de vítima em golpe

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Sinop (499 km ao norte de Cuiabá) e Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), recuperou mais de R$ 7 mil subtraídos de uma vítima de golpe cometido contra duas vítimas na região norte do estado.

As investigações iniciaram na segunda-feira (03.10) após as vítimas, comprador e vendedor, de um produto anunciado pela internet, procurarem a Delegacia de Sinop para relatar que caíram em um golpe e somente descobriram após a transferência de valores.

Após ser enganada pelo golpista, a vítima que estava adquirindo o produto realizou quatro transferências via pix, para uma conta bancária indicada pelo suspeito.

Com base nas informações passadas pelas vítimas, os policiais da Delegacia de Sinop entraram em contato com a equipe da DRCI que com apoio do setor antifraudes da agência bancária conseguiu o bloqueio de R$ 7.025 na conta corrente.

O valor será restituído à vítima após providências de segurança junto ao banco. As investigações seguem em andamento para identificar e prender os envolvidos no golpe.

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Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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