POLÍCIA
Polícia Civil recupera em Cuiabá cerca de R$ 3 mil subtraídos de vítima de golpe pela internet
POLÍCIA
Mais um valor de aproximadamente R$ 3 mil, subtraído de vítima de golpe eletrônico foi recuperado pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá, nesta sexta-feira (21.10).
A vítima de 24 anos procurou a 1ª Delegacia de Polícia de Cuiabá, informando que estava se relacionando com uma mulher pelo WhatsApp. O comunicante relatou que passado alguns dias, recebeu uma ligação de uma pessoa dizendo ser policial no Rio Grande do Sul.
Na ocasião o suposto policial falou que a pessoa com quem a vítima estava se relacionando pelo aplicativo, era uma menina de 15 anos, bem como para não ser preso por pedofilia, a vítima deveria fazer um PIX.
Então o comunicante realizou a transferência via PIX para a conta bancária indicada pelo golpista, e somente depois que percebeu que havia sido vítima de estelionato.
Diante dos fatos foi solicitado bloqueio bancário do valor subtraído, sendo parte do dinheiro recuperado pela Polícia Civil. As investigações continuam visando identificar os envolvidos no crime.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá
Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.
A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.
De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.
As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.
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