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Policiais Rodoviários Federais participam, em Mato Grosso, do Curso de Atendimento Pré Hospitalar (APH) – Protocolo MARC 1

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O curso, que está sendo ministrado nas dependências da ROTAM-MT, é realizado por Multiplicadores conforme protocolo padronizado pelo Comitê Brasileiro de APH em Combate.

Em Mato Grosso, cerca de 100 policiais rodoviários federais já são capacitados com o protocolo MARC 1, e mais 55 serão capacitados até o final do mês de abril.

SOBRE O CURSO

O curso MARC 1 – Atendimento Pré-Hospitalar em Combate prepara os profissionais que atuam na segurança pública para prestar atendimento médico de emergência em situações de combate.

Durante o curso, os participantes aprendem técnicas avançadas de primeiros socorros e são treinados em simulações de situações reais de combate.

Ao final, os participantes estão equipados com as habilidades e conhecimentos necessários para prestar atendimento médico de emergência em situações de conflito, trabalhar em equipe e tomar decisões críticas sob pressão.

Fonte: PRF – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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