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Polícia Civil prende três pessoas que comercializavam ferramentas subtraídas por meio de golpe

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Três pessoas envolvidas na venda de ferramentas de origem ilícita subtraídas por meio de golpes foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na sexta-feira (04.11), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Estelionato e Outras Fraudes de Cuiabá. Os suspeitos foram surpreendidos em posse das ferramentas da empresa vítima e foram autuados em flagrante pelo crime de receptação.

As investigações iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Estelionato comunicando que havia sofrido um golpe em sua loja de ferramentas. Segundo informações, os suspeitos simularam o CNPJ de outras empresas, que já possuíam relação comercial com a sua loja, para pegar produtos.

Somente quando a vítima foi cobrar as empresas que constavam nas notas, descobriu que havia caído em um golpe, levando um prejuízo aproximado de R$ 20 mil em peças e ferramentas.

Com base nas informações passadas pela vítima, os policiais da Delegacia de Estelionato iniciaram as diligências conseguindo localizar uma motosserra e uma roçadeira, produtos do golpe aplicado na empresa, e que estavam a venda.

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Diante dos fatos, os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Estelionato, onde após serem interrogados pela delegada Judá Maali Marcondes, foram autuados em flagrante pelo crime de receptação. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos no golpe.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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