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Polícia Civil participa de evento nacional de enfrentamento às organizações criminosas

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A Polícia Civil, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), participa, nesta semana, nos dias 11,12 e 13 de março, do 2º Encontro Técnico em Brasília, um evento realizado pela Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim/Diopi/Senasp), em parceria com as Ficcos, para discutir estratégias de combate às facções criminosas no Brasil.

O evento reúne especialistas e autoridades de diversas áreas, abordando temas como integração entre as forças de segurança, novas tecnologias de investigação, casos de sucesso e desafios futuros. Palestras, mesas-redondas e workshops práticos serão realizados para aprofundar conhecimentos e trocar experiências.

A proposta é fortalecer a colaboração entre as unidades especializadas e aprimorar as ações de combate ao crime organizado, com a participação de representantes de diversas regiões do Brasil.

O encontro tem como objetivo criar definições conceituais sobre organizações criminosas violentas e fortalecer as estratégias de enfrentamento, contribuindo para a construção de soluções mais eficazes e integradas. Estão sendo discutidos os desafios atuais e as perspectivas futuras para o combate ao crime organizado.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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