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Polícia Civil prende mulher após furtar dinheiro de idoso em Diamantino

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Uma mulher que furtou R$ 500 de um idoso em Diamantino (208 km a médio norte de Cuiabá), foi presa pela Polícia Civil, no início da noite desta segunda-feira (04.07), logo após cometer o crime.

A vítima de 70 anos compareceu na Delegacia de Diamantino para registrar a ocorrência, informando que havia dado carona, na sua motocicleta, para uma mulher conhecida e, durante o trajeto, ela teria furtado do bolso da sua camisa R$ 500 em dinheiro e, logo após, teria fugido.

Diante das informações, os policiais civis passaram a diligenciar para localizar a suspeita, que acabou sendo abordada, poucas horas depois.

A suspeita de 36 anos foi conduzida para esclarecimentos, interrogada e autuada em flagrante por furto. Após a confecção dos autos, a presa foi colocada à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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