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Polícia Civil prende influenciador digital por loteria não autorizada em Confresa

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Um influenciador digital que estava responsável pela organização de uma loteria não autorizada, que tinha como prêmio uma camionete Ford Ranger avaliada em mais de R$ 100 mil, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (18.12), em rápida ação realizada pela equipe da Delegacia de Confresa (1.060 km a nordeste de Cuiabá).

O influenciador digital que estava promovendo uma rifa tendo como premiação o veículo foi autuado na contravenção penal de promover ou fazer extrair loteria, sem autorização legal. Por se tratar de uma infração penal de menor potencial ofensivo, o contraventor assinou um termo de compromisso e foi colocado em liberdade.

A Polícia Civil agiu prontamente para interromper a prática ilegal, apreendendo o veículo objeto da atividade ilícita. A rifa promovida pelo influencer vinha sendo amplamente divulgada nas redes sociais e nas ruas da cidade desde o início do mês de dezembro. Cada rifa era comercializada por R$ 3,99 e a movimentação em torno do evento irregular chamou a atenção das autoridades após várias denúncias.

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O delegado responsável pelas investigações, Victor Donizete de Oliveira Pereira, destacou que é importante alertar a população para falta de garantias legais relacionadas ao pagamento do prêmio em loterias dessa natureza, ressaltando ainda que os valores movimentados não possuíam qualquer destino social, servindo apenas para o enriquecimento ilícito do suspeito.

“A atuação da polícia é necessária no caso, na medida em que a lei tipifica o jogo ilegal, que se não for coibida a tempo desemboca na prática de outros crimes, como, lavagem de dinheiro, estelionato, corrupção, associação criminosa e outros. O episódio ressalta a necessidade de conscientização sobre a legalidade de eventos de sorteio e a importância de se verificar a autorização de órgãos competentes antes de participar de qualquer tipo de loteria ou rifa”, explicou o delegado.

A Polícia Civil permanece atenta a práticas ilegais que possam prejudicar a ordem pública e a segurança da comunidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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